Ouro Preto: igrejas, onde ficar, restaurantes, roteiros e mais

Site: http://ouropreto.org.br População: 73.349 hab DDD: 31 Distância de outras cidades: Ponte Nova, 78 km, Belo Horizonte, 107 km, Barbacena, 132 km, São João del Rei, 157 km, Rio de Janeiro, 402 km, São Paulo, 688 km

 

Por Mirela Mazzola

Tombada como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, Ouro Preto guarda um conjunto arquitetônico inigualável. Nas inúmeras ladeiras do Centro Histórico enfileiram-se casarões do período colonial que hoje abrigam hotéis, ateliês e lojas de pedras preciosas. As maiores joias, entretanto, são as igrejas, como a Matriz de Nossa Senhora do Pilar e a Igreja de São Francisco de Assis, e outras construções que ajudam a contar a História do Brasil, como o Museu da Inconfidência.

Rica também é a programação cultural, com eventos a exemplo da CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto, do Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana, do Tudo é Jazz e do Fórum das Letras. Todos os anos, o movimentado Carnaval de rua também revigora a cidade (que também é universitária) – e prova que Ouro Preto não vive apenas do passado.

Melhor época para visitar Ouro Preto

O clima é úmido no verão e seco no inverno – dezembro e janeiro são os meses mais chuvosos. Sempre leve em conta o calendário: Carnaval, Semana Santa, Mostra de Cinema (junho) e Festival de Inverno (julho) lotam a região e costumam elevar o preço das diárias. Normalmente entre outubro e novembro, o Fórum das Letras tem debates literários, saraus, apresentações de teatro e cinema – a programação já reuniu nomes como Ferreira Gullar, Zuenir Ventura e Ruy Castro. Em dezembro é a vez do festival Tudo é Jazz, na ativa desde 2002.

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Como chegar a Ouro Preto

De carro, a partir de Belo Horizonte, siga pela BR-040 até o trevo da BR-356, via de acesso a Ouro Preto. Quem vem do Rio de Janeiro pega a BR-040 sentido Belo Horizonte até Conselheiro Lafaiete e, de lá, segue pela MG-443 até a cidade. A partir de São Paulo, comece pela BR-381 (Fernão Dias) e entre na BR-265 no sentido Barbacena, até a BR-040. Dali, siga o mesmo trajeto de quem vem do Rio. De ônibus, a viagem leva duas horas a partir de Belo Horizonte (entre dez e 13 saídas por dia, pela Viação Pássaro Verde). Do Rio, são sete horas de viagem e, de São Paulo, o trajeto leva 11 horas – a Viação Útil faz os trajetos a partir das duas capitais, com uma saída diária cada. 

Como circular em Ouro Preto

Apesar das intermináveis ladeiras, é melhor explorar o Centro Histórico a pé – ruas estreitas, vias de mão única e estacionamento proibido na Praça Tiradentes desestimulam o uso de carro. Táxis (sem taxímetro) são boa alternativa para sair da rodoviária e para se deslocar até pousadas e atrações mais distantes.

O que fazer em Ouro Preto

Igrejas

Uma profusão de exemplares do barroco brasileiro é a maior atração de Ouro Preto – quem procura uma visita mais completa e informativa pode contratar um guia no Centro de Atendimento ao Turista, que fica na Praça Tiradentes. Na Matriz de Nossa Senhora do Pilar, de 1733, se destaca a incrível quantidade de ouro de seus altares (são mais de 400 quilos) e a riqueza de detalhes de seus retábulos. Nos seis altares laterais estão representadas cada uma das irmandades e grupos sociais da época. No teto, preste atenção em um dos braços da cruz na figura do Cordeiro de Deus, que parece mudar de lado à medida em que se caminha.

Projetada por Aleijadinho, a Igreja São Francisco de Assis, de 1810, foi declarada em 2009 uma das sete maravilhas de origem portuguesa no mundo. O artista também foi o responsável pelo medalhão da fachada e o lavabo da sacristia – peça de pedra-sabão que impressiona pela riqueza de detalhes e perfeição. O altar-mor, os painéis, os quadros laterais e o forro da nave, que cria a ilusão de que o teto se projeta para o infinito, são de Mestre Athaíde.

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Erguida em 1780, a Igreja de Nossa Senhora do Carmo é um dos últimos projetos do arquiteto Manuel Francisco Lisboa, pai de Aleijadinho. O templo foi construído em estilo rococó – a última fase do barroco, menos carregada de ouro. É a única do estado com painéis de azulejos portugueses, na capela-mor. A portada, o lavabo da sacristia, os púlpitos e os altares laterais de Nossa Senhora da Piedade e de São João Batista são de Aleijadinho. Mestre Athaíde pintou o altar-mor (o teto da sacristia também é atribuído a ele).

A Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos chama a atenção pela fachada com formas arredondadas – a origem do projeto, concluído em 1765, é um enigma. No interior, singelo, há altares dedicados aos santos negros e pouca ostentação de ouro. O rosto da escultura de Santa Helena, à direita, é atribuído a Aleijadinho. Repare: uma das faces tem traços masculinos e a outra, femininos. As imagens de Santo Antônio e São Benedito são atribuídas ao irmão do mestre, o padre Antônio Félix Lisboa. No site oficial de turismo de Ouro Preto há informações sobre outras igrejas (inclusive as que estão fechadas para restauro). 

Museus e construções históricas

Visita fundamental para entender o desenvolvimento da cidade, seus principais personagens e sua importância na história do país, o Museu da Inconfidência está instalado no prédio da antiga Casa de Câmara e Cadeia. O rico acervo está distribuído por 16 salas temáticas – no Panteão da Inconfidência, principal ala do museu, estão os restos mortais de 16 inconfidentes – na sala ao lado ficam as supostas traves de madeira da forca de Tiradentes e o livro original com a declaração de sua condenação. Há também uma coleção de arte sacra dos séculos 18 e 19, uma sala com esculturas de Aleijadinho e outra com pinturas de Mestre Athaíde.

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Também na Praça Tiradentes, o Museu de Ciência e Técnica da UFOP é dividido em setores: a sala sobre história natural guarda o crânio do Homem de Lagoa Santa, primeiro registro humano na América do Sul; o setor de mineralogia tem amostras de rochas e minerais de todo o mundo, incluindo um meteorito de 47 kg encontrado em Itutinga (MG); o espaço dedicado à mineração reproduz o ambiente de uma antiga mina de ouro; e, no setor de ciência interativa são apresentados conceitos de física de forma lúdica. O prédio, de 1741, abrigava o Palácio dos Governadores. 

A Casa dos Contos, de 1784, é a antiga casa de pesagem e fundição do ouro extraído na região. Nesse processo, um quinto do valor era descontado na forma de impostos. O lugar também serviu de prisão aos inconfidentes e foi o local da morte de um deles, Cláudio Manuel da Costa. Além do forno que derretia o ouro para transformá-lo em barras, a casa expõe mobiliário dos séculos 18 e 19 e, no mirante, documentos e livros antigos (um deles, o Livro de Ouro, registra a primeira visita de Dom Pedro I à cidade). Da mesma época, 1770, o Teatro Municipal (ou Casa da Ópera) é considerado o mais antigo das Américas em funcionamento, com direito a certificado do Guinness Book. Com fachada e interior singelos, originalmente tinha espetáculos iluminados à luz de velas.

O Museu do Oratório guarda espaços bem-ambientados e um rico acervo com mais de 160 oratórios dos séculos 17 ao 20. Tem oratório de viagem (portáteis), de ermida (capelas domésticas) e afro-brasileiro, além daqueles feitos com conchas e em formato de bala de canhão. A imagem de São José de Botas, em um oratório de salão, é atribuída a Aleijadinho. A loja do museu também vende algumas peças. No subsolo da Matriz de Nossa Senhora do Pilar, o Museu de Arte Sacra reúne importante acervo de objetos e imagens do século 18 (como a de Nossa Senhora das Mercês esculpida por Aleijadinho, que chegou a ficar desaparecida por algumas décadas) e vestes religiosas feitas com fios de ouro, prata e seda. Não deixe de ver o mausoléu de madeira feito para o funeral simbólico de Dom João V, rei de Portugal, morto em 1750. Em uma das ruas mais movimentadas da cidade, a Conde de Bobadela, o Museu Casa Guignard reúne telas e desenhos de Alberto da Veiga Guignard (1896-1962), fluminense que adotou Ouro Preto como cidade do coração – as paisagens e o casario representados nos quadros refletem a admiração do pintor pelo lugar. 

Fechado entre 2016 e 2020, o Museu das Reduções foi transferido da cidade de Amarantina e reinaugurado no distrito de Cachoeira do Campo, com acesso mais fácil. O acervo exibe 29 réplicas em miniatura de monumentos brasileiros, elaboradas numa escala 25 vezes menor que a dos prédios originais – chamam a atenção as técnicas específicas para reproduzir telhados (só na réplica do Convento de São Francisco, em Olinda/PE, são mais de 6 mil telhas), pequenas peças em madeira (para portas e janelas) e esculturas em pedra-sabão. Entre as obras ricas em detalhes estão o Farol da Barra, em Salvador, e a Igreja São Francisco de Assis, em Belo Horizonte, com direito à reprodução dos painéis de Candido Portinari.

Em abril de 2022, o antigo Asilo São Vicente de Paulo, que fica bem na entrada da cidade, passou a abrigar o Museu Boulieu. A coleção foi doada pelo casal de colecionadores Jacques e Maria Helena Boulieu e reúne, em sua maioria, obras de arte barrocas de origem asiática e latino-americana (saiba mais sobre o acervo aqui).

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Mais atrações

A linha de trem que liga Ouro Preto a Mariana, construída em 1883, foi revitalizada e ganhou vagões turísticos (comuns e panorâmicos, esses climatizados e com janelas maiores) no ano de 2006. Na estação, uma maquete e recursos audiovisuais contam um pouco sobre a ferrovia, o funcionamento das máquinas e as técnicas de construção das linhas. Durante o trajeto, de 18 km (cerca de uma hora), o lado direito é a melhor pedida para ver cachoeiras, montanhas, cânions e o Ribeirão do Carmo. O passeio está suspenso por causa da pandemia sem previsão de reabertura.

Abundantes na região de Ouro Preto, algumas minas de ouro são abertas à visitação com guia – o auge da atividade mineradora ocorreu entre os séculos 17 e 18. Entre elas estão a mina Jeje e a Santa Rita, onde é possível agendar passeios noturnos com histórias de assombração.

Hospedagem em Ouro Preto

Para ficar perto das principais atrações, lojas e restaurantes da cidade, vale se hospedar no Centro Histórico, nas imediações da Praça Tiradentes. Ali você consegue visitar os melhores museus e algumas das principais igrejas sem subir muitas ladeiras. Fenômeno peculiar na cidade, as repúblicas (moradias estudantis) também costumam hospedar turistas com baixo orçamento ou em busca do fervo no Carnaval – algumas residências oferecem pacotes com festas, abadás e bebidas alcoólicas incluídas. Para quem curte o clima de campo, há boas opções nos distritos do entorno, como Cachoeira do Campo. 

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Um dos mais charmosos da cidade, o Hotel Solar do Rosário funciona em um casarão reformado do século 19, ao lado da Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. Os quartos têm mobiliário que acompanha o estilo de época e camas confortáveis, enquanto a área de lazer inclui duas piscinas, uma delas aquecida. Também em uma linda construção colonial, a poucos passos da Igreja São Francisco de Assis, a Pousada do Mondego é cuidadosamente decorada com peças de antiquário e obras de artistas como Aleijadinho e Alberto da Veiga Guignard. Os quartos, elegantes, misturam madeira e tons claros – as suítes são maiores e têm vista para o casario histórico.

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No Hotel Recanto da Serra, a decoração mescla móveis antigos e elementos contemporâneos, como banheiros com hidromassagem e cubas aparentes, gazebos e uma piscina com borda infinita. A 500 m da Praça Tiradentes, a Pousada Minas Gerais tem quartos espaçosos (alguns com vista para o Pico do Itacolomi e jacuzzi). A área social inclui o charmoso Café del Miro, com mesas ao ar livre. Projetado na década de 1940 por Oscar Niemeyer, o prédio do Grande Hotel de Ouro Preto une linhas modernas a características arquitetônicas coloniais. Algumas unidades são dúplex, com sala com varanda e dormitório em um mezanino. Por estar mais afastada, a Pousada do Arcanjo oferece traslado gratuito até o centro histórico – o chá da tarde também está incluso. Os quartos têm vista para as montanhas e dispõem de ar-condicionado e frigobar (alguns incluem área de estar e varanda). No Pouso do Chico Rey, um casarão histórico abriga os quartos, com varanda e vista para um jardim, e uma piscina. A sala de café do Mirante Hotel tem vista para as montanhas de Ouro Preto. Nos quartos, há ar-condicionado e frigobar. Um prédio do século 18 abriga a Pousada Solar Nossa Senhora das Mercês. A localização é um dos pontos altos – o Museu da Inconfidência está a 5 minutos a pé. 

Bom gosto e estilo mineiro se encontram na Pousada Chão de Minas, no distrito de Cachoeira do Campo, boa pedida para quem busca contato com a natureza. A piscina com borda infinita tem linda vista para o verde, e nos quartos predominam móveis de madeira de demolição.

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Busque mais opções de hospedagem em Ouro Preto

Restaurantes em Ouro Preto

No casarão que abriga o restaurante Contos de Réis, com paredes de pedra e vigas de madeira aparentes, são servidos clássicos mineiros como frango com ora-pro-nóbis e canjiquinha com costela de porco. Antes do banquete, é possível beliscar porções de torresmo e de polenta frita com queijo canastra.

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A cozinha regional também é a especialidade do Casa do Ouvidor, cujo menu lista receitas como o tutu à mineira. Aberto sem intervalo entre almoço e jantar, o Bené da Flauta também tem pratos mineiros (a exemplo do feijão tropeiro), mas oferece ainda receitas da cozinha variada, como a truta grelhada com alcaparras e batatas coradas. Em uma das melhores hospedagens da cidade, o Solar do Rosário, o Senhora Gastronomia atende não-hóspedes com reserva em um salão com piso de ladrilho hidráulico e uma adega – o menu lista, por exemplo, pastel de angu, frango com quiabo e dadinho de tapioca. O bufê regional da Pousada Chão de Minas também é aberto a quem não está hospedado – a propriedade abriga ainda um alambique.

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A proposta do Santa Matula é mais intimista, com atendimento sob reserva para até dez clientes em uma residência – entre as receitas podem aparecer a intitulada Chico Rei (carne na lata com tutu à mineira, torresmo, couve e arroz) e a Marília de Dirceu (lombinho suíno recheado com bacon, abacaxi grelhado, arroz, tutu e farofinha de couve).

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No subsolo do charmoso Café Geraes, o Escadabaixo Bar Cozinha serve releituras, como a porção de torresmo com molho barbecue de goiabada e a porchetta assada lentamente na cerveja golden lager, ao som de jazz no piano. Dos mesmos donos, O Passo serve um caprichado menu executivo em mesas dispostas no agradável pátio, no salão ou em uma varanda com vista matadora para o centro histórico. 

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Ouro Preto das artes e das pedras

Entre os vários ateliês sediados em Ouro Preto estão a Casa Bracher, do casal Carlos e Fani Bracher, cujas telas são fortemente influenciadas pelo expressionismo (agende antes de visitar) e o Ateliê Rosário, com os trabalhos do artista plástico Elias Layon – entre eles santos barrocos esculpidos em cedro e quadros com paisagens envoltas em bruma. Na saída para Belo Horizonte, a Saramenha Artes e Ofícios vende pratos, vasos e cachepôs de aspecto vitrificado, característico da cerâmica tipo saramenha. Diariamente, em frente à Igreja São Francisco de Assis, a Feira do Largo do Coimbra vende porta-joias, xícaras, chapas e até jogos de tabuleiro, entre outros suvenires, feitos de pedra-sabão. Comum na região, o material substituiu o mármore europeu nas esculturas e ornamentos das igrejas de Ouro Preto durante o século 18. Delicadeza, bom gosto e variedade dão o tom do antiquário Casa Câmara, que fica em um lindo sobrado quase em frente à Igreja Nossa Senhora dos Homens Pretos.

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Outro produto local, as gemas e pedras preciosas são vendidas em algumas lojas no Centro. Nas vitrines, chamam a atenção o topázio imperial (a cidade é o principal polo produtor dessa gema no mundo), águas-marinhas, esmeraldas e turmalinas. Veja mais lojas de artesanato, aqui.

Dica de roteiro em Ouro Preto

Em quatro dias dá para visitar com calma as principais atrações da cidade: igrejas, museus, lojas e ateliês. Comece se orgulhando da arte barroca brasileira na Igreja São Francisco de Assis e na Matriz de Nossa Senhora do Pilar, com altares cobertos por mais de 400 quilos de ouro e um Museu de Arte Sacra. Ainda no primeiro dia, percorra com calma o Museu da Inconfidência e garimpe artesanato e lembrancinhas da Feira do Largo do Coimbra. A refeição pode ser ali perto, no Bené da Flauta, que não fecha entre almoço e jantar.

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No dia seguinte, parta para a Rua Brigadeiro Musqueira, onde estão a Igreja Nossa Senhora do Carmo, o Museu do Oratório e o Teatro Municipal. Depois, almoce com calma no bufê farto da Pousada Chão de Minas, com direito a cachacinha produzida no local, e aproveite para conhecer o distrito de Cachoeira do Campo, onde também fica o Museu das Reduções. À noite, aposte em um jantar com petiscos e cerveja artesanal no Escadabaixo Bar Cozinha

No penúltimo dia, aproveite para conhecer uma das minas de ouro abertas à visitação, a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e o Museu Casa Guignard. O jantar de despedida pode ser no Senhora Gastronomia ou no Santa Matula – ambos pedem reserva. Depois da pandemia, vale tentar encaixar o passeio de trem até Mariana (a atração está suspensa sem previsão de reabertura). Quando for pegar a estrada, no último dia, não perca a esticada até Congonhas, a 63 km, para conhecer outra obra-prima de Aleijadinho: os 12 profetas da Basílica do Senhor Bom Jesus de Matosinhos.

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