Roteiro: 5 dias em Roma

Entre programas clássicos e achados, um tour veramente inesquecível pela alegria da cidade eterna

Dia 1

9h: Histórias

Coliseu, em Roma O Coliseu, um dos pontos turísticos mais famosos de Roma

O Coliseu, um dos pontos turísticos mais famosos de Roma (IakovKalinin/iStock)

Passar por Roma e não visitar o Coliseu é sacrilégio dos brabos. E começar a sua jornada por ele é bom pra já tomar logo uma dose da imponência histórica da cidade. O Anfiteatro Flávio é testemunha de uma cidade que já nasceu grande, no primeiro século da era cristã. Estava de pé no auge das conquistas do Império Romano – e presenciou a queda da potência.

O Coliseu foi saqueado por inúmeros povos até se tornar uma ruína a céu aberto e ter parte do seu mármore “desviada” para erguer a Basílica de São Pedro. Por isso, pisar ali nos dias de hoje é um privilégio. No verão, o local recebe turistas em horário estendido. À noite, as gaivotas sobrevoam o monumento, atraídas por suas luzes, num espetáculo emocionante.

10h30: Casas de Nobres

Museus Capitolinos

Museus Capitolinos (hdesislava/iStock)

Sete colinas se espalham por Roma. No Capitólio, a mais baixa delas, ficam os Museus Capitolinos, casa da Lupa Capitolina, representação em bronze do mito dos irmãos Rômulo e Remo, na qual a loba é apresentada amamentando os gêmeos. A mitologia conta que Rômulo, após matar seu irmão, fundou Roma sob o Palatino, outra das colinas. Fica ali o mais robusto conjunto arqueológico da cidade, com o Circo Máximo (em que a seleção italiana comemorou a vitória na Copa de 2006) de um lado e os fóruns de outro.

O Palatino é um museu/sítio em constante expansão – não faltam estudiosos forjando novas escavações por lá. Ficam ali ruínas de palácios imperiais, além de colunas e estruturas dos fóruns, construídos ao longo de mais de 150 anos, desde a época do imperador Augusto. Para chegar lá, a partir do Coliseu, são cinco minutos a pé. No caminho, você vai tropeçar no Arco de Constantino, outro exemplo de arquitetura romana, do século 3.

12h30: Mangia!

Restaurante La Carbonara

Restaurante La Carbonara (Divulgação/Divulgação)

Você vai estar próximo a Monti, então aproveite para almoçar nesse que é o bairro mais eclético de Roma. O caminho até a Via Panisperna não poderia ser mais agradável: 15 minutos a pé, que podem ser percorridos pela Via dei Fori Imperiali, opção interessante para ver os fóruns de outro ângulo. Panisperna é daquelas ruas adoravelmente romanas, com prédios baixinhos com comércio no térreo, vespas paradas no meio-fio e trepadeiras forrando fachadas.

No número 214 fica o restaurante La Carbonara, que avisa em cartazes: “Não acredite em avaliações da internet, a melhor pasta da cidade somos nós que fazemos”. O nome do local, aberto desde 1906, já recomenda o prato a ser pedido, servido em uma porção pra lá de amiga. Peça ao garçom um canetão para deixar um recado nas paredes da casa, lotadas de mensagens. É bom reservar.

14h: Rolê em Monti

Brechó Pifebo

Brechó Pifebo (Reprodução/Reprodução)

Monti é também um dos bairros boêmios de Roma, com lojas modernosas, bares, cafés e restaurantes em cada esquina. A dois minutos do Carbonara, no número 135 da Via dei Serpenti, fica o Pifebo, brechó divertido, com paredes, chão e teto vermelhos. Óculos vintage e bolsas de couro são o forte do local. Já no 127, a Suede tem artigos esportivos e calçados recém-lançados.

Indo reto na mesma rua e entrando à esquerda, você encontra o MercatoMonti, mercadinho despojado, com expositores/artistas que vendem em estandes. As lojas são rotativas, mas marcas legais, como a Fade Out Label, de roupas descoladas, e a Uptitude, de armações para óculos, costumam montar banca por lá.

16h: Café na casinha

Comidinhas no café La Casetta a Monti

Comidinhas no café La Casetta a Monti (reproduçãp/Reprodução)

Um pouco mais adiante, na Via della Madonna dei Monti, fica um dos cafés mais charmosos da cidade. La Casetta a Monti  é uma simpática casa com portas envidraçadas e fachada coberta por plantas. Peça um café com muffin ou uma torta doce, enquanto bate um papo com Domenico, o gentil proprietário do local.

17h: Outro altar

Monumento Altare della Patria, em Roma

Monumento Altare della Patria, em Roma (EunikaSopotnicka/iStock)

Se tem um monumento polêmico entre os romanos é o Altare della Patria, na Piazza Venezia, a 15 minutos a pé de Monti. Embora muitos o associem a Mussolini e ao fascismo, ele foi erguido antes de o Duce chegar ao poder, a fim de celebrar a unificação do país, no final do século 19. Confira o gigantismo da construção que homenageia Vittorio Emanuele II, primeiro rei do país unificado. Dá para subir ao terraço e ter uma vista panorâmica da cidade.

19h: ItalianÍssimo

Bar Libreria Caffè Bohemien

Bar Libreria Caffè Bohemien (Reprodução/Reprodução)

When in Rome… Faça como os romanos, e não dispense nenhum aperitivo. Vale voltar a Monti para conhecer a Libreria Caffè Bohemien, na Via degli Zingari, um wine bar confortável e com comidinhas como flor de abóbora frita (romaníssimo).

Sem filas

Dá para pular a imensa fila do Coliseu com o Roma Pass, bilhete-coringa comprado online ou em lojas como tabacarias. Ele custa de € 28 a € 38,50, vale de dois a quatro dias e dá direito a pelo menos um ingresso a museus ou sítios arqueológicos, descontos em outros e gratuidade nos meios de transporte metropolitanos no período. E atenção: nos ônibus da cidade, é o passageiro que valida o seu bilhete, que custa € 1,50. O motorista não tem controle disso. A fiscalização não é muito eficiente, mas a multa custa, no mínimo, € 54,90 pra quem é pego.

Dia 2

9h30: Arte, arte

A Galleria Doria Pamphilj – e a família ainda mora lá

A Galleria Doria Pamphilj – e a família ainda mora lá (Reprodução/Reprodução)

Uma das maiores coleções de arte privada da Itália fica em um prédio na Via del Corso. A fachada da Galleria Doria Pamphilj não impressiona, mas o interior é digno de importantes museus europeus – e o prédio ainda abriga descendentes da tradicional família Doria Pamphilj em seus apartamentos-ostentação. Menos visitada que a Galleria Borghese, outra tradicional coleção particular, tem obras de Caravaggio, Bernini, Ticiano e Velázquez. Os afrescos nos tetos e o mobiliário riquíssimo são atrações à parte.

No caminho para o almoço, passe na rua de trás, a Via della Pilotta, onde fica o Palazzo Colonna, que também guarda joias da família que lá vive há oito séculos. (O palácio só abre ao público aos sábados, de manhã. Nos demais dias, agende)

13h Pausa saudável

Ao longo de seus mais de 2 mil anos de existência, O Pantheon foi convertido em igreja católica no século 7 e hoje atrai pela sua história e beleza O Pantheon foi convertido em igreja católica no século 7 e hoje atrai pela sua história e beleza

O Pantheon foi convertido em igreja católica no século 7 e hoje atrai pela sua história e beleza (Rosana ZakabiI/Wikimedia Commons)

Pegue o Corso Vittorio Emanuele II para uma parada no Largo di Torre Argentina, uma praça com ruínas de templos de antes de Cristo que hoje é morada de 150 gatos, quase sempre deitados nas escadas e alimentados por voluntários. A padaria glúten free Pandalì  fica à direita, no número 3 da Via di Torre Argentina. Peça um pedaço de pizza para levar ou coma ali mesmo uma massa artesanal ou salada de arroz. Seguindo reto pela rua, está o Pantheon, templo romano transformado em igreja no século 7.

De pé desde o século 1, é o monumento mais bem conservado da Antiguidade – seu óculo é a fonte natural de luz. Essa região é uma das mais ricas em sorvetes de excelência na cidade. A II Gelato di San Crispino, na Piazza della Maddalena, 3, tem sabores como gengibre com canela ou creme com mel. A um quarteirão de lá, a Gelateria della Palma tem mais de 100 opções, e a Giolitti, um bloco adiante e à direita, recebe filas de admiradores sedentos há mais de 100 anos.

15h: Bela passeggiata

Fontana di Trevi, Roma, Itália A Fontana di Trevi, em Roma

A Fontana di Trevi, em Roma (Thinkstock/Thinkstock)

Seguindo pela Via degli Uffici del Vicario em direção à Piazza di Montecitorio está o bonito palácio de mesmo nome, onde fica a Câmara dos Deputados italiana. Logo na frente, o Palazzo Chigi, sede do governo central. Ao lado, na Piazza Colonna, está a Coluna de Marco Aurelio, erguida para celebrar suas vitórias, e a Galleria Alberto Sordi, o mais próximo de shopping que é possível encontrar em Roma. A saída pela Via dei Sabini leva à Fontana de Trevi, a indispensável magia romântica da Cidade Eterna. A lotação não tem hora, a não ser na alta madrugada.

Do Largo del Nazareno, vá em direção ao norte na Via di Propaganda até chegar à Piazza di Spagna. A Barcaccia de Bernini, uma fonte barroca, e a escadaria que leva à Trinità dei Monti foram remodeladas e estão reluzentes. Um lugar pra lá de romântico para ver o sol se pôr é na Terrazza del Pincio, cujo acesso pode se dar via Piazza del Popolo. Até lá, são 12 minutos andando, mas, se você for uma viajante, faça uma parada antes: vá reto pela Via del Babuino e pare no número 16, na ótima Fabi, que vende roupas, acessórios e sapatos. O Pincio, uma das colinas de Roma, está a cinco minutos, subindo as escadas.

20h: Casa de mulheres

Restaurante Pianostrada – Laboratorio di Cucina

Restaurante Pianostrada – Laboratorio di Cucina (Reprodução/Reprodução)

Um negócio iniciado por quatro mulheres – a chef Paola, suas duas filhas, Flaminia e Alice, e Chiara – em uma diminuta casa em Trastevere cresceu, ganhou o coração dos romanos e dos críticos gastronômicos e expandiu para uma casa maior, na charmosa Via delle Zoccolette, 22. O sucesso do Pianostrada – Laboratorio di Cucina está nos detalhes: atendimento excelente, pães feitos ali mesmo, vasinhos com flores nas mesas, um jardim interno que lembra uma pracinha. O linguini com aliche e mozarela de búfala é inesquecível. Os sanduíches também são ótimas opções, mais econômicas.

Dia 3

8h: E o papa?

A famosa escada espiral que leva a saída do Museu do Vaticano e entrada da Cidade do Vaticano.

A famosa escada espiral que leva a saída do Museu do Vaticano e entrada da Cidade do Vaticano. (zorazhuang/iStock)

Mesmo que ele não esteja por lá, o Vaticano é referência arquitetônica única, cuja colunagem beira a perfeição – para onde quer que se olhe, não se veem as três colunas que estão imediatamente atrás da primeira. Quanto antes você chegar, menos fila pega para entrar na Basílica de São Pedro. É vetadíssimo usar vestido, bermuda ou shorts curtos, decote e até regata (mas lojas de suvenires da região vendem lenços e cangas, ótimos para forjar uma saia ou esconder o colo). Quarta-feira é dia de audiência papal, então a basílica abre depois das 13h. Dá para pular as filas comprando antes o ingresso aos Museus do Vaticano, complexo que abrange 12 museus, cinco galerias, três capelas e nove salas.

Também é possível visitar a necrópole e os jardins internos, selecionando a opção no site. Leve impresso o comprovante com o código de reserva, vá até a entrada principal e apresente o papel na porta. Com a taxa de conveniência, o ingresso mais em conta sai por  20. O fim do percurso é o ponto alto: a maravilhosa Capela Sistina. De lá, entre na basílica. Se quiser subir na cúpula, compre o bilhete na São Pedro. O ingresso que dá direito a subir de elevador o primeiro trecho, até o terraço, custa € 8. Fazer todo o percurso a pé sai por € 6 – de qualquer forma, os últimos 320 degraus têm de ser na caminhada. Além de fôlego e celular para fotografar a vista mais famosa de Roma, leve dinheiro (o lugar não aceita cartões).

12h30: Além Tibre

O restaurante Tonnarello, localizado na Via della Paglia, tem mais de 140 anos de história.

O restaurante Tonnarello, localizado na Via della Paglia, tem mais de 140 anos de história. (Divulgação/Divulgação)

Pegue o ônibus 23 na Porta Angelica e parta para Trastevere. Desça o mais perto possível da Piazza Trilussa e vá a pé até a Piazza di S. Egidio. O Tonnarello, restaurante com mais de 140 anos de história, está na Via della Paglia. A casa tem boas opções de prato, como massas cacio e pepe e polpetas, mas pinsas são as vedetes – pinsa é a pizza à romana, feita com mix de farinhas e água fria, que descansa por pelo menos 24 horas (no Tonnarello, dormem por 48 horas).

14h: Vale desde sempre

Restaurante de Trastevere, em Roma, Itália Vista de um restaurante no bairro de Trastevere, em Roma

Vista de um restaurante no bairro de Trastevere, em Roma (Xavi/Flickr/creative commons/Flickr)

Pausa para um passeio pelo Trastevere. O bairro é paradoxal: movimentado e lotado, mas calmo nas vielas e lojinhas, como na de brinquedos educativos Città del Sole, na Via Roma Libera, 13, ou na Twice Vintage Shop, brechó na Via di S. Francesco a Ripa. Depois de bater perna, rume para o Bar San Calisto, na piazza de mesmo nome. O atendimento não é dos mais gentis, mas o lugar cumpre seu papel desde os anos 1940. O café é tido por muitos romanos como o melhor da cidade.

19h30: Delícias

Uma portinha minúscula, uma fila enorme. A Trattoria da Enzo é uma alegria romana, com mesas na calçada e comida para ser lembrada. À noite, é possível reservar, mas só às 19h30. De entrada, vá de fiori di zucca recheada com mozarela e de rigatoni all’amatriciana, feito com o melhor pecorino romano. Nada de pular a sobremesa: o tiramissù é imbatível. Fica na Via dei Vascellari, 29.

Dia 4

10h: No parque

Galleria Borghese

Galleria Borghese (Reprodução/Reprodução)

Roma tem parques imensos, lindos. O Parco di Villa Borghese, cheio de estátuas e jardins planejados, é o mais charmoso. Depois de um passeio, confira a famosa coleção particular de obras da Galleria Borghese. É preciso reservar, pelo site.

12h30:  Point diferente

Para sair um pouco da culinária local, deixe a Villa Borghese pela Terrazza del Pincio e pegue a Viale della Trinità dei Monti até chegar à Via Gregoriana. De lá, pegue a Via Francesco Crispi à direita, e procure pelo número 29. É onde está o T-Bone Station, que tem os melhores hambúrgueres de Roma. E há opções para vegetarianos!

14h30: Pax de Augusto

Museo dell'Ara Pacis Museu Ara Pacis, em Roma

Museu Ara Pacis, em Roma (Divulgação/Divulgação)

O Ara Pacis, uma caixa de vidro que se avista das margens do Tibre, é um museu vazio – em parte porque o ingresso não é barato: € 10,50. Altar para a deusa Pax erguido pelo imperador Augusto, passou séculos soterrado e, quando despontou da terra, no século 16, teve partes levadas de Roma. Mussolini, obcecado por refundar o império, reconstruiu o altar. O caixote de vidro é de 2006.

16h30: Cafezinho

O ótimo Le Carré Français é restaurante, queijaria, cafeteria… Os doces são impecáveis. Prove o bolo saint honoré.

20h: Diferentona

Desde que abriu uma unidade em Roma na Via Mantova, 5, a pizzaria bolonhesa Berberè faz sucesso com pizzas assadas em forno elétrico. Ali, os clientes dividem a pizza, cortada em pedaços – uma subversão no país. Vá de creme de beterraba, alho-poró refogado e azeitonas!

Dia 5

10h: Rolê design

Vista do Maxxi Museum

Vista do Maxxi Museum (Reprodução/Reprodução)

O Maxxi Museum é herança da arquiteta Zaha Hadid para Roma, uma moderna construção com paredes curvas e ambientes interligados. A pouco mais de 500 metros dali, seguindo pela Via Guido Reni, fica o Auditorium Parco della Musica. Cada uma das três salas tem uma função: a Santa Cecilia foi feita para concertos sinfônicos, orquestras e coros; a Sinopoli tem maior flexibilidade acústica; e a Petrassi recebe música contemporânea.

11h30: Casa de arte

Exposições do Museu de Arte Contemporânea de Roma (MACRO)

Exposições do Museu de Arte Contemporânea de Roma (MACRO) (Reprodução/Reprodução)

Pegando o ônibus 53 na Via Flaminia, chega-se ao Museo Macro em 25 minutos – é preciso descer na Via Salaria. A casa de arte contemporânea de Roma, antes uma cervejaria, tem passarelas modernas, fachada envidraçada e um acervo que inclui os nomes de Enzo Cucchi, Domenico Bianchi e Fabrice de Nola.

13h: Contemporaneo

A Galleria Varsi está a 25 minutos do Macro (é só pegar o ônibus 80 na Via Nizza, descer na Piazza Venezia e caminhar até a Via S. Salvatore in Campo). Pequena, dedica-se à street art, o que faz dela quase uma loba solitária do gênero na cidade. Não abre às segundas e, aos domingos, funciona das 15h às 20h.

Nos prados

O bairro dos romanos mais abastados fica colado ao Vaticano. Prati tem incrível diversidade de restaurantes, cafés e comércio, tudo emoldurado por vias arborizadas e prédios dos séculos 18 e 19. Na Via Cola di Rienzo, que pode ser acessada pela Via del Mascherino, fica uma das unidades do bar Pompi (nº 313), que serve um dos melhores tiramissùs de Roma; há ainda a multimarcas de moda masculina Nuvolari (nº 257), a fofíssima Thun (nº 220), que vende cerâmicas – os bules são supegraciosos -, e o empório Castroni (nº 196), lugar certo para comprar produtos como amaretos, sais com ervas e cafés.

14h: Osteria e alegria

Aproveite que está a cinco minutos a pé do Campo de’ Fiori e vá até lá almoçar – pegue a Via dei Giubbonari à esquerda e siga em frente. A praça superturística tem vários restaurantes, mas nem todos valem a pena. A Osteria da Fortunata é uma feliz exceção. O tagliolini ao sugo com manjericão é famoso, assim como a saltimbocca alla romana.

16h: A nuvem

A obra “A nuvem” está coberta de 13.800 metros quadrados de tecido de fibra de vidro.

A obra “A nuvem” está coberta de 13.800 metros quadrados de tecido de fibra de vidro. (Reprodução/Reprodução)

A “Nuvola” de Fuksas é a grande novidade arquitetônica de Roma. A obra fica longe do Centro, no bairro de EUR, acessível do Campo de’ Fiori com o ônibus 30, que chega até a parada Colombo 40 minutos depois. A nuvem em questão está a passos do ponto, no novo e ultramoderno Roma Convention Center , projetado pelo multipremiado Studio Fuksas, do arquiteto italiano Massimiliano Fuksas. Alto e envidraçado, o edifício permite que se veja do lado de fora a nuvem, um auditório com 1 850 lugares coberto com uma estrutura branca, que parece pairar, solitária e sem apoio, dentro do prédio.

18h30

O Salotto 42 fica na Piazza di Pietra, uma das mais bonitas da cidade. É point de romanos bem vestidos na happy hour, tem um bar vistoso e sofás confortáveis. Como nos bares veramente italianos, o drinque dá direito a comidinhas como canapés, minisanduíches e legumes servidos com patês. Ótimo lugar para uma despedida da Cidade Eterna.

Publicado na edição 265 da Revista Viagem e Turismo

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