Miami: melhor época, hotéis, restaurantes, passeios e mais

Site: https://www.miamiandbeaches.com População: 463.000 hab Fuso horário: -2h (horário de Brasília) DDD: 305 Distância de outras cidades: Fort Lauderdale 50 km, Palm Beach 117 km, Naples 206 km, Orlando 380 km, Tampa 450 km

Atualizado em julho de 2019

Queridinha dos brasileiros no exterior, Miami detém uma coleção inegável de qualidades. Banhada pela Baía de Biscayne, que empresta vistas para a água para seus muitos estabelecimentos ao ar livre, a cidade conta com clima predominantemente ensolarado e um lifestyle quase tropical que reverbera o mix de culturas que se encontra ali.

Alguns dos nomes mais badalados da hotelaria e da gastronomia mundial fazem com que dormir e comer seja um deleite, a abundância de festas, bares e baladas proporciona uma vida noturna non-stop e a diversidade de lojas, de grifes famosas e marcas independentes, é uma tentação para encher as sacolas. Para além das vitrines, Miami ainda é point de arte contemporânea, vocação evidenciada pela feira originalmente suíça Art Basel, que acontece em dezembro, e museus recentes como o PANM.

South Beach, com sua herança da arquitetura art déco, ainda é o lugar para se estar à beira-mar, mas é o Downtown da cidade que mais tem recebido novidades nos últimos anos, como o enorme Brickell City Center. Seus vizinhos Wynwood e Design District convidam a conhecer uma Miami artsy e descolada. Para ir mais fundo, regiões como Coral Gables e Little Havana e ilhas como Key Biscayne também merecem uma visita. Por essas e outras, Miami pede uma viagem sem pressa, mesmo para quem só está de passagem para embarcar em um cruzeiro pelo Caribe ou a caminho dos parques temáticos de Orlando.

QUANDO IR

O inverno, de dezembro a março, é considerado alta temporada: os preços dos hotéis sobem e a cidade está cheia e festiva – a temperatura fica entre os 15 e os 26 graus. Atente para o Spring Break americano, que rola no mês de março e lota South Beach com a galera baladeira.

Maio marca um intervalo estratégico entre a alta temporada e o calorão do verão, mas pode haver tempestades. Junho, julho e agosto são os meses mais chuvosos, e setembro e outubro têm temperaturas amenas. Novembro é boa pedida: a água do mar ainda está morninha, chove pouquíssimo e os preços dos hotéis estão relativamente módicos.

COMO CHEGAR

O Miami Internacional Airport, a 14 km de Downtown e 20 km de Miami Beach, recebe voos nacionais e internacionais. A American Airlines, a United Airlines e a LATAM tem voos diretos do Brasil para lá – a Azul voa para o aeroporto de Fort Lauderdale, a 38 km de Downtown.

O aeroporto conta com serviços do Metrorail – a Orange Line leva a regiões como South Beach, Brickell e Coconut Grove. O ônibus Miami Beach Airport Express funciona a cada meia hora e vai até de Miami Beach, da 41st Street ao South Pointe Drive. Diversos ônibus de linha chegam no aeroporto. Também é possível ir de táxi ou com empresas de transfer como a Super Shuttle.

COMO CIRCULAR

Miami é amigável a pedestres em algumas áreas, como partes de Miami Beach e os bairros de Wynwood e Design District. Para ir de um lugar ao outro nessa cidade espalhada, porém, o carro ainda é a melhor ideia. Para além dos táxis tradicionais, os aplicativos de transporte, como o Uber e o Lyft, são a opção mais em conta para se deslocar sem se preocupar com estacionamento. Em tempo: alugar carro ainda vale a pena se você vai seguir viagem para outras cidades da Flórida posteriormente.

O Metrorail, sistema de trens elevados, pode ser útil para circular por partes de Downtown – para usá-lo você precisa adquirir o cartão Easy, disponível nas estações. Mais interessante para turistas, o trenzinho gratuito do Metromover entre atrações como a American Airlines Arena e o Patricia and Phillip Frost Museum of Science. Com o cartão Easy você também acessa o sistema de ônibus, que pode ser conveniente para deslocamentos curtos, principalmente em Miami Beach.

PASSEIOS

Miami Beach
O calçadão da Ocean Drive, que margeia a bela praia de South Beach, é a epítome da Miami ensolarada de corpo sarado, letreiros neon e drinques ininterruptos. Para um passeio por ali, você pode aproveitar o sistema de compartilhamento público de bicicletas Deco Bike. Repare nos dezenas de edifícios art déco construídos entre os anos 1920 e 1940 na região – o Art Deco District Welcome Center conta mais sobre esse estilo de arquitetura. Seguindo a avenida até o fim você chega ao South Pointe Park, onde dá para sentar nas muretas e observar o pôr do sol.

Outro hit de South Beach é a Lincoln Road, rua reservada para pedestres com palmeiras e restaurantes com mesas nas calçadas. Lojas de marcas conhecidas (e amadas) pelos brasileiros estão ali, como Urban Outfitters, Anthropologie, Diesel, H&M e Victoria’s Secret. Note o número 1111, um edifício-garagem com placas de concreto equilibradas sobre colunas irregulares que tem algo de Niemeyer – no topo fica o badalado restaurante Juvia. Dois mercadões gastronômicos estão por ali: o Lincoln Eatery e o Time Out Market.

Ainda em South Beach fica o New World Center, casa da orquestra New World Symphony e construção do célebre arquiteto canadense Frank Gehry. Não perca os chamados Wallcasts, quando os concertos são projetados em uma parede de 650 metros quadrados e o pessoal se acomoda no gramado do Soundscape Park para assistir, na faixa.

Para pegar praia, dá para se esticar nas espreguiçadeiras disputadas de South Beach (paga-se para usá-las) ou ir mais ao norte, a Mid-Beach, onde famílias são agraciadas pela atmosfera tranquila e o playground grande da rua 53rd. Em North Beach, mais sossegada ainda, fica a Atlantic Way, uma pista deliciosa para caminhar ou andar de bike que corre entre a vegetação e a areia. A praia da rua 85th, antecedida por um parque, tem areia fofa e é uma das poucas da cidade onde você pode relaxar sem prédios atrás.

Continuando pela Collins Avenue, chega-se a Bal Harbour, onde diz-se que que há mais milionários do que em qualquer outro lugar dos EUA – para comprar com estilo, confira o shopping de luxo Bal Harbour Shops. A praia também é aprazível. Atravessando a ponte, chega-se ao Haulover Park, onde a faixa de areia é vazia (há trechos reservados ao nudismo) e entram os maiores swells de Miami para o surfe.

Downtown e Brickell
Downtown tem uma porção de atrações de peso. Comece pelo Museum Park, um bonito parque à beira da Baía de Biscayne. Ele é casa do Pérez Art Museum, com mais de 2 mil obras de artistas latinos e americanos e mostras temporárias de grandes nomes da arte contemporânea. O vizinho Phillip and Patricia Frost Museum of Science abriga instalações como um planetário com projeções 3D e um aquário circular cheio de tubarões, além de exposições sobre o universo, o corpo humano e a história do voo.

Ficam próximos o Adrienne Arsht Center, prédio arrojado que sedia apresentações da Miami Symphony Orchestra e do Miami City Ballet, e a America Airlines Arena, que recebe de jogos de basquete do time local, o Miami Heat, a shows como Enrique Iglesias e Pit Bull, Paul McCartney e até Cirque du Soleil. Dali é um pulo para o Bayfront Park, que tem gramadões e pistas de caminhada e é sede para uma porção de eventos – de aulas de yoga gratuitas ao festival de música eletrônica Ultra Music Festival e as festas de 4 de julho (independência dos EUA) e de ano-novo.

A região originalmente empresarial de Brickell está bombando com lugares como o imenso Brickell City Center, um shopping moderno cheio de vãos abertos que engloba lojas, restaurantes e o mercado gastronômico italiano La Centrale. Ele fica interligado com o hotel East, onde está o badalado bar rooftop Sugar.

Coral Gables, Virginia Key e Key Biscayne
Ainda margeando a Baía de Biscayne, vale visitar o Vizcaya Museum and Gardens, uma mansão de inspiração renascentista italiana erguida no começo do século 20 pelo magnata James Derring. Em 1952, virou museu, expondo o mobiliário da época. A parte mais bacana são os jardins ao redor, que cobrem 100 mil metros quadrados e têm centenas de tipos de plantas.

Dali você já está quase no Rickenbacker Causeway, estrada ladeada pela água que leva até Virginia Key. Na ilha fica o Miami Seaquarium, que exibe bichos como golfinhos, tartarugas, pinguins e arraias, e um parque com trilhas arborizadas. Na Hobie Island Beach Park, pode-se alugar pedalinhos, caiaques e pranchas de stand up para remar mirando o skyline da cidade.

Continuando, chega-se a Key Biscayne, onde ficam dois parques naturais: o Crandon Park, forrado por coqueirais, com quadras esportivas, campo de golfe e uma bela praia, e o Bill Baggs Cape Par Florida State Park, com mesas de piquenique, um restaurante e uma praia com águas calmas e areia branquinha. Um farol de 1825 deixa o panorama lindamente fotogênico.

Coral Gables, que é na verdade outro município, é famoso pela Venetian Pool, a maior piscina artificial dos Estados Unidos, com 3 mil litros de água fresca renovados diariamente graças a um poço artesiano. A região também convida a uma tarde de compras na chamada Miracle Mile, conhecida pelas lojas de vestido de noiva, e no enorme shopping Dadeland Mall.

Design District e Wynwood
O passeio pelo Design District é gostoso até pra quem não tem a intenção de comprar quadros, móveis, objetos de decoração, roupas e sapatos na seleção exclusivas de marcas como Armani Casa, Kartell, Loboutin e Dior. As lojas e galerias ficam espalhadas pela NE 2nd Avenue e as ruas 39th, 40th e 41th. Dê uma parada pra ver a exposição da vez prédio-caixote branco que abriga a De La Cruz Collection e as mostras do Institute of Contemporary Art. Recente adição à paisagem do bairro é o Museum Garage (NE 1st Ave & NE 41st St), com cinco fachadas pensadas por diferentes artistas e arquitetos.

Próximo, Wynwood está para Miami como Williamsburg está para Nova York: é o bairro da moda, onde antigos galpões industriais foram ocupados por cafés, bares, lojas, galerias e restaurantes descolados. O melhor é ir numa sexta ou sábado de tarde e fazer uma peregrinação pelos pontos mais legais, começando pela NW 2nd Avenue, a mais agitada do bairro, onde estão as famosas as paredes grafitadas Wynwood Walls. Quem leva arte a sério deve passar em duas galerias com coleções particulares, a The Margulies Collection at the Warehouse e a Rubell Family Collection. Entre as lojas, são bacanas a Warby Parker, uma ótica hipsterizada, a Nomad Tribe, com calçados feitos à mão e acessórios únicos, a Antidote, focada em moda sustentável, e a Wynwood Letterpress, para deixar loucos fãs de papelarias bonitas. O Wynwood Shop representa bem a alma do bairro, com desde brincos a bolsas, cadernos, quadros, bonés e sabonetes de designers locais.

Little Havana
Refúgio histórico dos cubanos na cidade, vale um tour rápido para conhecer um pouco da influência da cultura da ilha na cidade. O epicentro do bairro é a SW 8th Street, a famosa Calle 8, onde estão endereços como o Maximo Gomez Park, onde os velhinhos jogam dominó, e a loja de charutos a Cuba Tobacco Cigar Co. Na terceira sexta-feira do mês acontecem as Viernes Culturales, evento cultual de graça e aberto ao público. Arte de rua, música, comida cubana, feira de artesanato e atrações infantis enchem a Calle 8 e há tours a pé gratuitos para ensinar sobre a história do bairro.

ONDE FICAR

Em Miami é quase irresistível se hospedar à beira-mar. Em Miami Beach, há desde pequenos estabelecimentos boutique, alguns deles em antigos predinhos art déco, a hotelões de redes internacionais famosas. Para pagar menos e não abrir mão de charme, fique no Freehand Hostel, que tem quatros coletivos e individuais, um belo jardim com piscina e um bar e um restaurante badaladíssimos. Na Española Way, uma das ruas mais simpáticas de South Beach, está o El Paseo Hotel, com quartos espaçosos com pequenas varandas. Ainda na seleção custo/benefício, veja o Riviera Suites, a duas quadras da praia, o The Redbury, com uma bela piscina no rooftop, e o Circa 39 Hotel Miami Beach, com serviço de praia, staff simpático e boa piscina.

Na categoria de hospedagem badaladas, estão enfileirados pela Collins Avenue hotéis como o W South Beach, cujo lobby remete a uma galeria de arte contemporânea. Lá estão o restaurante chinês Mr. Chow e a balada Wall. Seu vizinho 1 Hotel South Beach é um resort com pegada sustentável, orgânica e high-tech com quatros confortabilíssimos e bar no rooftop.

Mais a frente, em Mid-Beach, o The Miami Edition tem área de lazer turbinada, com duas piscinas, um dos melhores spas da cidade, academia, balada, pista de boliche e de patinação no gelo. O The Confidante, da rede Hyatt, figura um lindo espaço na frente da praia com cabanas coloridas, quartos chiques com decoração retrô e restaurante da chef-celebridade Michelle Bernstein.

Do empresário argentino Alan Faena, o Faena Hotel Miami Beach tem décor pomposo e excêntrico e fica dentro de um complexo que inclui shopping e galeria de arte. O descomunal Fontainebleau Miami Beach coleciona fãs brasileiros com seus mais de mil quatros e sua balada bombada LIV. Quem não fizer questão de ficar no buchicho pode conferir o Four Seasons Hotel at The Surf Club, entre North Beach e Bal Harbour, construído em um antigo clube da high society dos anos 1930. Há belas 77 suítes e uma filial do famoso restaurante Le Sirenuse, da Costa Amalfitana.

Ficar na região de Brickell significa estar mais perto das atrações de Downtwon e Wynwood. A hotelaria tem ganhado adições significativas, a exemplo do SLS Brickell, um prédio arrojado do escritório cool Arquitectonica e decoração do designer francês Philippe Starck. Estão ali também o Mandarin Oriental, um refúgio de luxo que abriga um restaurante do chef peruano Gastón Acurio, um spa de três andares e uma prainha particular artificial. O próximo Kimpton EPIC tem belas vistas para a água da janela dos quartos e um rooftop com bar e piscinas. Para pagar menos, fique no Eurostars Langford, instalado em edifício histórico de 1925 com quartos modernos.

Para glamour à moda antiga, o The Biltmore Hotel, em Coral Gables, fica em um palácio de inspiração mediterrânea de 1926 com quartos opulentos, um campo de golfe de 18 buracos e uma piscina enorme rodeada por esculturas renascentistas.

ONDE COMER

A cena gastronômica de Miami é turbinadíssima: de cozinha moderna americana à tradicional cubana, de hambúrguer a ostras, de comida grega à persa, de padaria hipster a bistrô francês, de lanchonetes pé sujo a templos de alta gastronomia. Seus restaurantes refletem a fusão de culturas na cidade e a presença de alguns dos melhores chefs dos EUA (e do mundo).

Em Miami Beach, dá para comer bem e rapidinho em lugares como o My Ceviche, com cumbucas de ceviche e poke com combinações diversas de ingredientes, e o La Sandwicherie, com sanduíches com recheios fartos servidos em baguetes por menos de US$ 10. Há pedidas saudáveis e vegetarianas no Pura Vida, com décor praiano-chique digno de Pinterest, e no Planta, com pratinhos como tartar de abacate e poke de melancia. Já o Pubbelly Sushi, do grupo Pubbelly Boys, tem porções de inspiração asiática como o “butter crab roll”, o polvo grelhado e os tostones com ceviche.

Para um almoço com mais sustança, o Yardbird é especializado em confort food do sul dos EUA e conhecido pelo singelo e saboroso frango frito, sequinho por fora, suculento por dentro. Para comer em potencialmente um dos salões mais vistosos de Miami, o Byblos tem no menu um mosaico gastronômico do Oriente Médio – nos brunches de domingo, chamados “Sundays like a Sultan”, come-se à beça por um preço fixo. Importado de Nova York, o Lucali é um sucesso desde o dia que abriu com suas pizzas e calzones feitos com ingredientes fresquíssimos. Para uma instituição local, apareça no Joe’s Stone Crab para pedir caranguejos com molhinhos diversos.

Se for para investir em um jantar especial com menu-degustação, aposte no Stubborn Seed, aberto pelo vencedor do programa Top Chef, Jeremy Ford, que tem opções com cinco ou oito pratos. Outra ideia é o Pao by Paul Qui, dentro do hotel Faena, também de um vencedor do Top Chef, onde você come ao redor de um unicórnio gigante com as vísceras à mostra do artista Damien Hirst. O menu tem influência asiática – não perca o “smoked shortrib asado”, bife wagyu cozido por 72 horas acompanhado de purê de batata doce japonesa.

Na região Downtown/Brickell, o Zuma é um hit há anos com seu menu japonês e brunch fartíssimo aos domingos. No hotel East, o Quinto La Huella é filial de um parador famoso de Punta del Este e serve carnes feitas na parrilla a lenha. Outra opção carnívora é o Edge, Steak & Bar, dentro do hotel Four Seasons, que tem cortes de alta qualidade e frutos do mar com acompanhamentos diversos. Para um ambiente mais descontraído, há o Seaspice, na beira do rio Miami (peça a caçarola “market seafood”, que vem com lagosta, camarão, mexilhões, lulas), o All Day, com cafés e sanduíches, o Fooq’s, com kebab e homus, e o NIU, de especialidades espanholas.

Em Wynwood, possivelmente uma das regiões mais interessantes para comer hoje, comece pelo que é raiz com o Enriqueta’s Sandwich Shop, uma lanchonete simplona de sanduíches cubanos – o clássico vem com presunto, carne de porco assada, queijo e picles. Para tacos, burritos e quesadillas muito bem preparados, vá ao concorrido Coyo Tacos. Se sentir cheirinho de pão assando, é do Zak the Baker, uma padaria e delicatessen judaica que vende sanduíches, pães e docinhos artesanais. O sorvete mais instagramável (e gostoso) do pedaço é o da Serendipity, com sua parede estampada com flamingos.

No Alter, um dos restaurantes mais hypados de Miami, o chef Bradley Kilgore une alta gastronomia ao ambiente despojado de Wynwood, com mesas sem toalha, rock na playlist, parede de cimento queimado e um letreiro neon. No Kyu, o ex-chef do adorado Zuma usa a técnica japonesa yakinku para grelhar vegetais, carnes e frutos do mar, também num salão com ares industriais e serviço relaxado. O Beaker & Gray tem como proposta sanduíches e pequenos pratos para dividir e uma carta caprichada de coquetéis. O italiano Joey’s, com boas massas e pizzas, ficou notório depois que recebeu Jay Z e Beyoncé para almoçar. No vizinho Design District também há points banacas pra comer, como o Mandolin Aegean Bistro, com pratos gregos e turcos, e o Ember, para carnes feitas no forno a lenha.

Em Little Havana, o Ball & Chain é parada obrigatória: o restaurante com pátio ao ar livre tem apresentações de salsa e jazz ao vivo, quitutes típicos e cañitas (rum com mel). Já em Coconut Grove, que tem incrementado sua cena gastronômica, o Harry’s Pizzeria é do chef-celebridade Michael Schwartz’s, o Glass & Vine tem pratos triviais com toque de chef e o clássico Monty’s Raw Bar é ideal para um drinque com vista para a marina.

COMPRAS

Nenhuma outra cidade dos Estados Unidos é mais relacionada ao universo das compras do que Miami. Ali há um cardápio generoso de shoppings, complexos a céu aberto e lojas em meio a neons de South Beach, debaixo do skyline moderno de Downtown e entre os grafites coloridos de Wynwood. E, uma vez dentro de seus dois megaoutlets, o Sawgrass Mills  e o Dolphin Mall, vale tudo: até arrastar uma mala de rodinhas cheia de sacolas por corredores labirínticos feitos exclusivamente para esvaziar o seu bolso os descontões podem chegar a 80%. E nem a alta do dólar tem inibido a justificada gana dos shopaholics; afinal, mesmo com a moeda americana a R$ 4, quase tudo o que é vendido ali, de roupas a eletrônicos, continua mais em conta que no Brasil. Além dos já citados, não perca as megalojas de departamento como Macy’s, Ross Dress For Less e Target, e o shopping Aventura Mall.

DOCUMENTOS

Brasileiros precisam de visto para ir aos Estados Unidos – veja informações no site oficial. É necessário que o passaporte esteja válido durante o período de permanência no país.

DINHEIRO

A moeda oficial é o dólar americano.

Informações ao viajante

Línguas: Inglês e Espanhol

Saúde: Não há exigências específicas

Publicidade