Voar é para os safos

Cinco regrinhas para não cair em roubadas em voos para outros continentes

Viajo muito. Escrevo sobre viagens. Só penso em viajar. Procuro ensinar as pessoas a viajar melhor. Ainda assim, confesso que ainda dou muita cabeçada, principalmente na hora de comprar passagens aéreas intercontinentais. Meu último voo desastroso foi de Barcelona até a Costa Rica, com duas conexões curtas e estressantes operadas por três companhias (tudo isso para economizar uma miséria). Elaborei um check list das besteiras que não posso mais fazer, para o meu próprio bem.

1. Planeje o horário da chegada

Ele é tão ou mais importante que o do embarque. Em algumas cidades, chegar ao hotel com o transporte público de madrugada é impossível (no caso de Barcelona) ou muito difícil (no caso de Londres). No fim das contas, o barato sai caro porque você fica refém dos táxis.

2. Elimine as conexões curtas

O estresse de um voo com conexão curta (isto é, menos de duas horas) começa antes de o avião decolar. Cada segundo de atraso é um sofrimento duplo, pelo atraso em si e pelo segundo voo que você periga perder. Fora isso, é quase garantia de que a sua mala não chegue junto com você. Mais vale mofar um pouco num aeroporto (já fiquei seis horas deliciosas no aeroporto de Zurique com internet barata, sofás de couro e comida boa) do que passar por isso.

3. Prefira aviões com televisões individuais

Ter vários filmes, jogos e seriados à disposição durante um voo longo é questão de vida ou morte. As companhias que não possuem aquele aparelhinho interativo estão banidas da minha vida.

4. Faça check-in online

Hoje em dia, quem deixa para fazer no aeroporto está fatalmente destinado aos piores assentos (aqueles espremidos entre vários passageiros). Fique atento à hora de abertura do check-in e já chegue com o seu lugar garantido ao aeroporto. Se a companhia permitir reservar lugar no ato da compra, melhor ainda.

5. Evite primeiras filas

Elas são as preferidas das famílias com bebês. O melhor a fazer é ir com a turma do fundão para se livrar da sinfonia noturna.

Leia mais:

Fevereiro de 2012 – Edição 196

A parada como destino

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