Vinhos: Maipo versus Mendoza

No solo seco e arenoso aos pés dos Andes crescem as melhores castas viníferas da América do Sul. A carmenère é a uva símbolo do Chile, embora a cabernet sauvignon produza chilenos superiores. Na Argentina, a estrela é a malbec. Logo, Buenos Aires e Santiago são ótimos destinos para degustar e comprar vinhos. Nos restaurantes, as cartas privilegiam os rótulos nacionais e têm bons preços. E não é difícil se perder nas gôndolas de wine stores como a El Mundo del Vino, na capital chilena, e a portenha Winery (leia sobre elas na seção Supertour).

Perto de Santiago, você ainda pode provar um Concha y Toro (conchaytoro. com) in loco. Empate? No! “O Chile faz vinhos um pouco mais finos”, diz o sommelier Manoel Beato, do grupo Fasano. “O país tem maior variedade climática e produz com qualidade há mais tempo.” No último ranking da revista Wine Spectator, porém, os dois únicos vinhos sulamericanos entre os 100 melhores do mundo eram argentinos. Adaptando uma máxima do futebol, não tem mais bobo na enologia.

E a vencedora é: Santiago.

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