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Transporte: metro versus subte

Por Cecilia Arbolave e Fernando Souza
1 nov 2012, 16h19 • Atualizado em 16 dez 2016, 00h31
  • Limpa e organizada, Santiago é a capital sul-americana com mais nuances de Primeiro Mundo. Seu moderno metro (me trosantiago.cl; cerca de R$ 2,60 o passe de duas horas) tem 94 quilômetros de extensão, embora não se conecte aos restaurantes de Vitacura nem aos shoppings de Las Condes. Os táxis são tão baratos quanto os portenhos.

    Em Buenos Aires, os quarteirões planos e de numeração sincronizada facilitam a locomoção – se estiver a pé em Palermo, porém, redobre a atenção com os dejetos caninos. Há táxis aos borbotões, e o subte (subte.com.ar; cerca de R$ 2,15 o bilhete duplo) cobre a zona turística, apesar de padecer com vagões antigos e apenas 48 quilômetros de extensão – em 2013, aos 100 anos, o serviço ganhará estações na Recoleta.

    Entre os aeroportos, o de Santiago (aeropuertosantiago.cl) é o terceiro melhor da América do Sul pela Skytrax, e o de Ezeiza (aa2000.com.ar), o quinto. Buenos Aires só goleia em rotas aéreas para o Brasil, com voos diretos para cinco capitais (contra duas de Santiago).

    E a vencedora é: Santiago

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