Que marravilha!

Uma moda em Paris que veio para ficar: os bistrôs bons, baratos – e estrelados

Já faz alguns anos que os grandes chefs franceses passaram a abrir seus restaurantes número 2, mais simples e baratos, fazendo surgir o fenômeno dos bistronomiques. Na carona, outros nomes estelares da gastronomia desceram alguns degraus na escala do luxo e abriram seus bistrôs número 1 seguindo a mesma filosofia. A sofisticação fica por conta dos melhores ingredientes e do cuidado na elaboração dos pratos. Na hora da conta, vem o melhor. Gastam-se de € 30 a € 50 por pessoa. Creio que as famosas casas estreladas ficarão para poucos turistas endinheirados e novos-ricos. Testei e aprovei as seguintes casas:

Le Baratin (3, Rue Jouye-Rouve, Belleville, 33-1/4349-3970) – Está localizado no 20° arrondissement, bairro popular onde Édith Piaf cantava nas ruas por alguns tostões. O tartare de atum da casa é divino. Carta de vinhos não há, mas uma lousa indica a seleção do dia.

Le Comptoir du Relais (9, Carrefour de l’Odéon, Odeón, 33-1/4427-0797) – O chef Yves Camdeborde saiu do La Regalade, um dos bistrôs mais famosos da cidade, que continua excelente, por sinal, e criou a mais nova meca dos gourmets. Conseguir reserva é tarefa árdua. A dica é aparecer para um almoço tardio, lá pelas 4 da tarde. O creme de castanhas e os aspargos com creme holandês são divinos!

Le Dauphin (131, Avenue Parmentier, Oberkampf, 33-1/5528-7888) – O chef desse bistrô, o basco-francês Iñaki Aizpitarte, também é dono do Le Chateaubriand, o melhor restaurante francês no ranking da revista Restaurant, o qual fica na porta ao lado. A oferta de tapas é extensa. Sugiro o polvo tandori, o tempura de camarões e a sopa-creme de milho com queijo gouda.

Cuisine de Bar (8, Rue de Cherche Midi, Saint Germain, 33-1/4548-4569) – É um lugar perfeito para um almoço rápido, mas o lugar nem pode ser categorizado como bistrô. As mesas ficam em um corredor e são compartilhadas. Ali são servidas as melhores tartines da cidade, preparadas no forno a lenha. A de queijo St. Marcelin e presunto de Bayonne é a minha preferida. Reservar é absolutamente desnecessário.

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