Caminhe pelo solo sagrado das três grandes religiões em Jerusalém

Conheça as principais atrações das três faces religiosas de Jerusalém, a cidade mais sagrada da humanidade

Por Gabriel Toueg Atualizado em 25 ago 2017, 11h44 - Publicado em 19 mar 2013, 19h25

Yerushaláim para os judeus, Al-Quds para os muçulmanos, Jerusalém para os cristãos e para o resto do mundo. Tema central na disputa sexagenária com os vizinhos palestinos, a capital “una e indivisível” assim desejada por Israel mistura religiões, cheiros, sabores e vestimentas.

Milenar nas pedras de seu Centro Histórico, a Cidade Velha, ela fica no coração do pontiagudo mapa israelense e tem 800 mil habitantes – quase dois terços de judeus, um terço de muçulmanos e 2% de cristãos. Essa divisão demográfica reflete a ligação umbilical dos judeus com a cidade. É para lá que, no mundo todo, eles se voltam durante as orações. É sobre ela que, na diáspora, eles afirmam “no ano que vem, em Jerusalém”. A história judaica se refere à região há pelo menos 4 mil anos, desde o patriarca Abraão.

Jerusalém é também o berço do cristianismo. Na Cidade Velha, Jesus foi crucificado, morto, sepultado e ressuscitou no terceiro dia. A 10 quilômetros, em Belém, ele nasceu. Essas passagens bíblicas, familiares ao catolicismo, deram a nações como o Brasil os feriados superlativos da Páscoa e do Natal.

Para o Islã, Jerusalém é chamada de “a sagrada” e representa sua terceira cidade mais importante, atrás apenas das sauditas Meca (“A Honrada”) e Medina (“A Iluminada”). Mais nova na narrativa islâmica, ganhou relevância quando a mesquita Al-Aqsa foi estabelecida na Cidade Velha, no ano 705.

Nas fotos abaixo, conheça a importância de oito grandes atrações religiosas de Jerusalém para judeus, muçulmanos e cristãos.

 

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