Viagem no Tempo Por Blog Giovanna Fontenelle é estudante de jornalismo e história e, às vezes, não sabe se vive no presente, no passado ou nos planos de viagens futuras. Leva uma bagagem de conhecimentos inúteis para onde quer que vá

Quatro lugares para conhecer a história dos EUA no 4 de julho

Uma verdadeira aula de História pelas atrações mais patriotas dos Estados Unidos

Por Giovanna Fontenelle Atualizado em 27 fev 2017, 15h06 - Publicado em 4 jul 2016, 20h10

Independence Hall, Filadélfia, Pensilvânia

O 4 de julho é o dia em que a Independência dos Estados Unidos é comemorada. Os maiores símbolos da emancipação americana são a Declaração de Independência e a Constituição dos EUA, ambas assinadas exatamente nesse edifício – que na época, é claro, levava outro nome. O prédio também foi o lugar de várias das mais importantes decisões tomadas durante a guerra e todo o processo de independência.

Hoje, além de símbolo histórico, o lugar também é um museu. Ali, é possível visitar o Liberty Bell, o sino que ficou conhecido por soar chamando a população da Filadélfia para a primeira leitura pública da declaração. O monumento, porém, já não soa mais, devido a duas rachaduras. Uma bem grande e mais antiga e outra menor e mais nova, a qual termina na palavra “liberdade” inscrita no objeto.

O famoso Sino da Liberdade e o prédio do Independence Hall logo atrás (foto: iStock)
O famoso Sino da Liberdade e o prédio do Independence Hall logo atrás (foto: iStock)

National Archives Museum, Washington, D.C.

A localização entre as Avenidas Constituição e Pensilvânia já dá uma dica do que se encontra ali dentro: a Declaração de Independência, a Constituição Americana e a Carta dos Direitos dos Estados Unidos – documento com as 10 primeiras emendas da Constituição.

Além disso, o museu também abriga outros importantes registros, como a Proclamação de Emancipação, que aboliu a escravidão no país, em 1863, e o Tratado de Louisiana, que anunciava a compra do que hoje é todo o território central dos Estados Unidos, uma área de mais de 2 milhões de quilômetros quadrados.

O salão Rotunda abriga os documentos mais importantes da história americana (foto: Kelvin Kay/Domínio público/Wikimedia)
O salão Rotunda, no National Archives Museum, abriga os documentos mais importantes da história americana (foto: Kelvin Kay/Domínio público/Wikimedia)

Estátua da Liberdade, Nova York

Essa atração já é de praxe, mas seu significado como monumento histórico representa muito bem o 4 de julho. A estátua foi um presente dos franceses em comemoração do centenário da Declaração de Independência dos Estados Unidos, em 1886. Além disso, ela é um símbolo da amizade entre as duas nações, uma vez que a França se inspirou na Independência Americana para realizar a Revolução Francesa, em 1789, e já que ambos os países se ajudaram e se apoiaram durante os dois processos, seja com tropas ou com apoio político.

(foto: iStock)
A Estátua da Liberdade, o maior símbolo americano e nova-iorquino (foto: iStock)

Capitólio, Washington, D.C.

Esse prédio é o símbolo do federalismo americano e, portanto, não poderia ficar de fora desta lista já que o 4 de julho pedia por um país independente, federativo e democrático. O Capitólio americano é como se fosse, para nós, o Congresso Nacional. O local é constituído pelo Senado e pela Câmera e, uma vez que é ali que se encontra o legislativo, onde os representantes do povo formulam as leis do país, representa a ponte entre os governantes e a população.

O lugar abriga exposições sobre a história dos Estados Unidos, abertas para o público em geral. É permitido visitar o lugar livremente, mas também é possível assistir a sessões do congresso e marcar um tour pelo prédio.

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O Capitólio também tem a própria estátua da liberdade, no topo da sua cúpula (foto: iStock)

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