Por Da Redação
Atualizado em 12 jan 2017, 19h02 - Publicado em 9 set 2011, 20h30
1/9 A igreja que leva o nome do padroeiro dos baianos é também símbolo do sincretismo religioso na cidade (Adenilson Nunes)
2/9 A tradição de lavar a escadaria e o adro da igreja do Senhor do Bonfim com água de cheiro começou com os escravos, como preparativo para a festa em homenagem ao santo em janeiro, e é mantida até hoje pelas baianas do candomblé. Outra marca é a famosa fitinha: ninguém sai daqui sem amarrá-la no pulso ou no portão (Ricardo Freire)
3/9 A tradição de lavar as escadarias da Igreja Nosso Senhor do Bonfim é mantida até hoje pelas baianas do candomblé (Ricardo Freire)
4/9 Altar da igreja do Senhor do Bonfim, em Salvador (BA) (Reprodução/Reprodução)
5/9 Os portões da Igreja do Senhor do Bonfim, em Salvador (BA), são "decorados" por fitinhas que fiéis amarram na esperança de que seus desejos sejam realizados (Thinkstock)
6/9 As fitas na porta da Igreja do Nosso Senhor do Bonfim, em Salvador, na Bahia (Dennis Renner Peter/Sua Foto)
7/9 Lembranças do Bonfim, Salvador, Bahia(Yaci Andrade)
8/9 A cidade de Salvador (BA), vista da grade da Igreja do Senhor do Bonfim (Yaci Andrade, Salvador, BA)
9/9 A fitinha do Senhor do Bonfim deve ser amarrada no pulso com duas voltas e três nós enquanto são feitos três pedidos (Bia Parreiras)
Leva o nome do padroeiro estadual e é símbolo do sincretismo religioso. A tradição da lavagem de sua escadaria é mantida até hoje.
Outra marca registrada é a famosa fitinha do Bonfim: com 47 cm (o comprimento do braço direito da estátua de Cristo, no altar-mor), ela deve ser amarrada no pulso ou na grade do pátio, com duas voltas e três nós (um para cada pedido, que, segundo a crença, se realiza quando a fita cai).