1/8 Símbolo dos templos capuchinos da época, a cruz de mármore postada no largo em frente à Igreja e Convento de São Francisco foi erguida entre 1805 e 1808 em Salvador, Bahia (Márcio Lima)
2/8 A riqueza de detalhes e a quantidade de ouro da Igreja e Convento de São Francisco impressionam qualquer visitante do centro histórico de Salvador, na Bahia (João Ramos/ Bahiatursa/Reprodução)
3/8 Fachada da Igreja e Convento de São Francisco, em Salvador, na Bahia, construída com recursos do rei de Portugal e esmola de fiéis ()
4/8 Construída com recursos do rei de Portugal e esmola de fiéis, o templo é forrado de ouro, do chão ao teto (Xando Pereira)
5/8 Além da quantidade de ouro, o interior da Igreja e Convento de São Francisco, em Salvador, na Bahia, reúne influências barrocas, do rococó e neoclássicas. Da última escola são exemplos as colunas gregas, na entrada do corredor central, e o atlante (foto) no maior altar lateral. (Márcio Lima)
6/8 Assinados em 1737 pelo português Bartolomeu Antunes de Jesus, os painéis de azulejos no interior da Igreja e Convento de São Francisco narram a vida de São Francisco (Márcio Lima)
7/8 Os 37 painéis reproduzem pinturas do holandês Otto Van Veen e retratam personagens da mitologia pagã greco-romana em cenas de conteúdo moral e apelo cristão. As epígrafes vêm do poeta Horácio. (Márcio Lima)
8/8 O teto geométrico da Igreja e Convento de São Francisco, em Salvador, na Bahia, retrata a alegoria da Imaculada Conceição da Virgem Maria com uma série de pinturas poligonais, inseridas numa maciça estrutura de talha branca e filetes dourados (Márcio Lima)
Do lado de fora, o amplo largo com um cruzeiro convida a conhecer o templo, erguido com recursos do governo português e doações de fiéis. A fachada tem duas torres relativamente simples e um frontão mais elaborado. Na capela e no claustro, pinturas em quase 55 mil azulejos mostram a vida de São Francisco.
Por que é 5 estrelas? A quantidade de ouro, a riqueza de detalhes e o tamanho fazem com que este seja considerado o principal representante do barroco da Bahia.
Preste atenção: Repare nos 37 painéis de azulejos do claustro que retratam cenas pagãs e trazem epígrafes do poeta romano Horácio. No interior, repare nos altares, com entalhes dourados de influências barroca e rococó.
A melhor foto: Só são permitidas fotos sem flash. A partir do altar-mor você tem o melhor ângulo para retratar a quantidade de ouro usada na construção.
Tempo de visita: No mínimo 30 minutos, para captar a exuberância do lugar. Para os mais interessados em arte e história, a visita pode render um dia inteiro.
Quando ir: Evite os horários de missa (3ª, às 7h, 8h, 16h e 18h, sábado, às 7h30, domingo, às 8h), quando a entrada é grátis, mas é proibido circular pela capela e visitar o claustro.
Serviço: Largo do Cruzeiro de São Francisco (Pelourinho), 3322-6430; 2ª, das 9h às 17h30, 3ª, das 9h às 16h, 4ª a sábado, das 9h às 17h30, domingo, das 10h às 15h. R$ 5,00. A visita pode ser feita sem monitoria: os guias não costumam alcançar a complexidade artística da igreja, e nem sempre têm informações seguras.