Entrar numa loja e perguntar alguma coisa para o vendedor sem antes cumprimentar com pelo menos um bom dia, boa tarde, boa noite, com licença. Vamos combinar: isso deveria ser decretado lei mundial, né?
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Uma regra básica de etiqueta em qualquer restaurante é que quem escolhe e leva até à mesa é o funcionário. Então não adianta chegar num restaurante e sentar antes de ser recepcionado por alguém na porta.
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Ficar chamando desesperadamente o garçom com a mão levantada, estalo de dedos ou expressões como “moço”, “chefia”, “campeão”? Nenhuma dessas táticas funciona. O garçom é quem controla o momento de ir à mesa, e até ele decidir que é a sua vez, provavelmente vai te ignorar solenemente.
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O “claro, sim, vamos combinar, vamos fechar negócio” dito com toda empolgação, seguido de um sumiço sem explicação. Ninguém entende a razão da empolgação se não havia uma real intenção.
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Um não dito com clareza vale mais do que mil sorrisos amarelos ou respostas cheias de cinismo em Portugal.
Tapinha nas costas do vendedor, abraço no garçom e até cumprimentar com beijos quem não é amigo de verdade provocam um inevitável recuo de surpresa.
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Sério: será que alguém realmente acha graça em ficar repetindo o que o outro falou e ficar tirando sarro na cara dele?
Esta é polêmica. Muita gente acha que soa afetivo, mas, pela experiência prática, o que se percebe é outra coisa: acaba passando um tom meio depreciativo.
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A mania de comparar tudo - quase sempre criticando o que é português. Sim, falamos a mesma língua e compartilhamos um passado, mas é bom lembrar: somos dois países diferentes, cada um com a sua cultura, os seus hábitos e as suas etiquetas.
O tom de voz, quase sempre alguns decibéis acima do que os portugueses estão acostumados. Pode reparar: se o ambiente parece tumultuado, é bem provável que tenha brasileiro na roda - ou italiano.
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