O Taiti é imbatível

Ilhotas encantadoras, bangalôs sobre palafitas, mar degradê, arraias, tubarões, corais. O Taiti que você não viu na Copa das Confederações

“Admito que as praias do Brasil são lindas, mas as do Taiti são mais”, disse Nicolas Vallar, o capitão da seleção taitiana que tomou 24 gols em três partidas na Copa das Confederações e virou xodó da torcida brasileira. Se de futebol entendem pouco, os taitianos sabem que seu pequeno país no meio do Pacífico tem um quê de paraíso. O Taiti é somente o ponto de partida para conhecer a Polinésia Francesa, arquipélago com 118 ilhas montanhosas de beleza irretocável cercadas por anéis de corais, bangalôs suspensos sobre a água e um mar com matizes que você nunca viu – nem em Noronha nem no Caribe.

 

Bora pra Bora Bora

Os pontos de mergulho, os bangalôs, o relevo, a flora e as perolas (reais e figuradas) de cinco estrelas da Polinésia

Taiti, Polinésia Taiti, Polinésia

Taiti, Polinésia (/)

Taiti

E o endereço da capital, Papeete, aonde chegam os voos internacionais. centro comercial do pais, tem lojinhas que vendem as famosas perolas polinésias e um mercado municipal com lindas bancas de flores. Se você estender a estada, conheça as cachoeiras e as trilhas da floresta tropical que cobre a ilha.

 

Bora Bora Bora Bora

Bora Bora (/)

Bora Bora

E famosa pela opulência de suas palafitas, as mais desejadas (e caras) do arquipelago – se for escolher um bangalô overwater, que seja aqui. na paisagem, sobressai o ponto mais alto de toda a polinesia Francesa, o majestoso Mont orohena (2 241 metros).

 

Rangiroa, Taiti Rangiroa, Taiti

Rangiroa, Taiti (/)

Rangiora

Modesta em numero de hoteis, e o supra-sumo do mergulho polinesio. em sua blue lagoon, que clama ter as aguas mais azuis do sul do pacifico, tubaroes-limao, tartarugas, arraias, anemonas, peixes-papagaio e golfinhos nadam junto com quem aparecer.

 

Moorea, Taiti Moorea, Taiti

Moorea, Taiti (/)

Moorea

Fica a rapidos 30 minutos de balsa de papeete e tem uma variedade consideravel de resorts. Aqui voce ve antigos templos polinesios, mergulha na opunohu bay com tubaroes e arraias, passeia por jardins de hibiscos e sobe em mirantes para ver de cima o mar colorido.

 

Raiatea, Taiti Raiatea, Taiti

Raiatea, Taiti (/)

Raiatea e Taha

São vizinhas. em Raiatea, onde fica a maioria dos hoteis da dupla, desabrocha a tiare apetahidelicada flor endemica de petalas brancas. taha e famosa pelas fazendas de baunilha, cujo aroma se sente nas praias tranquilas e de areia branquinha.

 

O que você precisa saber

 

Como chegar? A LAN (lan.com) leva com conexão em Santiago e escala na Ilha de Páscoa desde US$ 2 048. Outra opção é a rota via Los Angeles, mais cara e longa, mas que pode ser vantajosa se você tiver milhas de companhias americanas. Os aéreos entre as ilhas da Polinésia são com a Air Tahiti (airtahiti.aero).

 

Quando ir? O filé do tempo seco é entre junho e setembro. Maio e outubro ainda são o.k., mas é bom evitar os meses restantes para não arriscar a perda das valiosas diárias com tempestades.

 

Que ilhas visitar? O roteiro mais convencional vai a Papeete, Moorea e Bora Bora.Você pode trocar Moorea por alguma outra ilha mais distante, mas leve em conta o tempo que vai perder com deslocamentos aéreos”, explica Andressa Marinoni, autora do blog Tahiti é Aqui (tahitiehaqui.blogspot.com.br).

 

É só para casal? Não necessariamente, mas a vida noturna é quase nula e pouquíssimos hotéis têm estrutura para crianças. Por isso (e pelo isolamento do arquipélago, pelo cenário e pelos bangalôs idílicos), muitos casais procuram o destino para cerimônias de casamento, lua de mel e renovação de votos.

 

O que levar? Uma câmera à prova d’água, para registrar a vida marinha, e sapatilhas de mergulho, para não machucar os pés com cascalhos e ouriços-do-mar.

 

Com ou sem pacote? É muito caro? As operadoras podem conseguir tarifas melhores nos hotéis e parcelam – uma semana na Polinésia não sai por menos de R$ 10 000 por pessoa… Elas também não cobram o IOF que você paga se comprar com cartão em sites internacionais. Outra dica é incluir meia-pensão no pacote, já que você dificilmente vai sair do hotel para comer.

 

Quem leva? A CVC (cvc.com.br), a Kangaroo (kangaroo.com.br), a Flot (flot.com.br), a Raidho (raidho.com.br), a Designer Tours (designertours.com.br) e a locale-Tahiti Travel (etahititravel.com), entre outras.

 

Suíte sobre palafitas do St. Regis Bora Bora, o paraíso visto por dentro Suíte sobre palafitas do St. Regis Bora Bora, o paraíso visto por dentro

Suíte sobre palafitas do St. Regis Bora Bora, o paraíso visto por dentro (/)

Suíte sobre palafitas do St. Regis Bora Bora, o paraíso visto por dentro – Foto: Photononstop/ Bruno Barbier

Que tal nós dois? Ir ao Taiti e não curtir um bangalô é como ir ao Vatica… Você sabe

Os bangalôs sobre palafitas com teto de sapê e acesso imediato à água translúcida são parte do DNA polinésio. Essas habitações também são as mais luxuosas dos resorts e, por extensão, as mais caras – difícil achar uma por menos de US$ 500 a diária. Por isso, uma boa estratégia para não gastar os tubos é começar a viagem em quartos convencionais e deixar só as últimas três ou quatro noites para realizar o seu sonho. Veja onde e por quanto:

SONHE – Todos em bangalôs sobre a água: Four Seasons Bora Bora (fourseasons.com; desde US$ 1 343); The St. Regis Bora Bora (starwoodhotels.com; desde US$ 1 223); Le Tahaa Private (letahaa.com; desde US$ 874); Intercontinental Bora Bora (tahiti.intercontinental.com; desde US$ 794)

PLANEJE – Bora Bora Sofitel Marara (sofitel.com; desde US$ 393, US$ 644 no bangalô overwater); Vahine Island (vahine-island.com; desde US$ 411, US$ 678 em bangalô sobre a água); Moorea Pearl Resort & Spa (spmhotels.com; desde US$ 464, US$ 893 no bangalô sobre a água)

EMBARQUE – Intercontinental Moorea (tahiti.intercontinental.com; desde US$ 291, US$ 539 no bangalô sobre a água); Maitai Bora Bora (hotelmaitai.com; desde US$ 221,US$ 519 no bangalô sobre a água); Raitea HawaikiNui (hawaikinuihotel.com;desde US$ 212, US$ 374 no bangalô sobre a água)

Leia mais:

Check-in ##– Veja outras reportagens da edição de AGOSTO de 2013 da VT

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