O que você vai encontrar em um rali da Inglaterra à Mongólia

Das festas medievais à magnanimidade arquitetônica da Mongólia, esta viagem vale cada quilômetro rodado

Por Rapahael Erichsen Atualizado em 2 jul 2020, 16h07 - Publicado em 12 jun 2017, 15h13

1. Goodwood, na Inglaterra

-/Divulgação

“Já pensou em estar em uma corrida maluca, ir em um carro velho de Londres até a Mongólia? Este é o Rali Mongol. O objetivo é doar veículos ingleses a instituições mongóis, mas a aventura por trás dessa desculpa pode transformar a sua vida. De cara, já passa pelo lendário circuito de Goodwood.”

2. Vama Veche, na Romênia

Nicu Buculei/Flickr

“Em poucos dias você dá de cara com o Mar Negro na Transilvânia, terra do Drácula. Com água quente que brilha no escuro por causa das algas, é o melhor lugar para um banho de mar de madrugada. A vibe hippie conflita com novos empreendimentos neste balneário que já foi um marco da contracultura.”

3. Klenová, na República Tcheca

Transcontinental Express/Flickr

“Imagine uma festa à fantasia num castelo medieval. É assim que alguns dos maiores malucos do planeta se reúnem para celebrar a insanidade do Rali Mongol. Churrasco de salsichas alemãs, cervejas belgas e bandas suecas embalam a festa repleta de gente de todas as nacionalidades possíveis a fim de amizade.”

4. Tsagaannuur, na Mongólia

“A divisa entre Rússia e Mongólia não podia ser mais estranha. Após os perrengues explorando a Eurásia, chega-se a um vilarejo de yurts, tendas nômades usadas pelos locais que se misturam a contêineres abandonados e iaques, espécie de búfalos peludos. As crianças te olham como se fosse um alienígena.”

5. Ullaan Baatar, a capital Mongol

Pete S./Divulgação

“Após 15 mil quilômetros de carro, a chegada à capital é um troféu. Ullaan é parecida com outras grandes cidades do mundo, a não ser por estar imersa na poeira vinda do Deserto de Gobi. Mosteiros budistas se misturam a restaurantes italianos e imponentes prédios públicos, herança da influência comunista. É um oásis no deserto.”

-/Divulgação

As experiências são de Raphael Erichsen, documentarista carioca e autor do livro Tudo Errado

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