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Lembranças que a terra dá

Um punhadinho de terra é o suvenir que seu Nino traz de suas andanças

Por Fabrício Brasiliense (edição)
14 set 2011, 12h19 • Atualizado em 7 jul 2021, 17h08
  • Nino Pacheco

    Profissão: Ferroviário aposentado

    De onde é: São Simão, SP

    Passaporte: 39 países

    A coleção

    Desde os 18 anos tenho o costume de pegar um pouco de terra dos lugares que visito. São 19 do Brasil e 35 do exterior. Essa é uma forma de ter comigo um pouco de cada destino. Recolho a terra de lugares que tenham algum valor histórico ou afetivo e coloco em tubinhos de filme fotográfico. Quando chego em casa, peneiro, deposito em vidrinhos, etiqueto e guardo no meu baú de reminiscências.

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    Baú de reminiscências?

    É um baú de mais de 100 anos que herdei do meu pai. Guardo ali também moedas antigas e meus passaportes.

    As favoritas

    As areias do Saara, por ser um lugar que existe há milhões de anos e que pouco se modificou. Tenho muito carinho pela terra que trouxe de Israel, do alto do Monte da Bem-Aventurança, onde Jesus teria proferido o Sermão da Montanha.

    Nas grandes cidades, de quais lugares trouxe?

    Em Nova York, peguei no Central Park. Em Oslo, em frente ao busto do escultor norueguês Gustav Vigeland. Em Leningrado, hoje São Petersburgo, na praça em frente ao Museu Hermitage. Em Hong Kong, em um canteiro ao lado de um arranha-céu.

     

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