Inspiração azul

O que acontece quando se vai a algumas ilhas perfeitas do Caribe a bordo de um navio pequeno, exclusivo? No mínimo, a viagem custa demais a sair da memória

Quando cheguei a Porto Rico e estava prestes a embarcar no navio Azamara Journey rumo a algumas das mais exclusivas ilhas do Caribe, só o que me preocupava era como fazer o tempo render. A meu favor, por sorte, estava o navio, que programou o horário de partida para algumas ilhas para a meia-noite. A meu lado também estava o tamanho da embarcação. Com capacidade para apenas 694 passageiros, o tempo de espera para pegar o tender e seguir até as ilhas seria mais curto. O que jogava contra mim, por ironia, era justamente o tempo. Eu tinha só cinco noites para sentir um gostinho de nada menos do que St. John, St. Barth, St. Martin/St. Maarten e Virgem Gorda.

O Azamara Journey, que neste exato momento deve estar navegando em algum ponto entre Mônaco e a Sicília, é um navio pequeno. A título de comparação, o MSC Fantasia, que vem ao Brasil neste ano pela primeira vez, acomoda seis vezes mais pessoas por viagem. Em relação ao perfil dos cruzeiros, o Azamara também é diferente, disse-me a baiana Juliana Meyer, que trabalha como gerente de vendas do navio e vive a bordo. “Você não verá megashows, animação na piscina ou boate lotada, como acontece nos navios que fazem temporada no Brasil”, ela falou. De fato, eu não vi nada disso, e talvez resida aí um dos seus maiores trunfos. Mais uma prova desse perfil low-profile é que não há kids club e a biblioteca, tímida em muitos navios, aqui é enorme e tem um impressionante acervo de livros de arte. O Azamara Journey não vem ao Brasil, mas seu irmão gêmeo – e completamente idêntico –, o Quest, deve aportar aqui em dezembro para fazer diversos roteiros (leia mais sobre ele e outros navios inéditos na costa brasileira na pág. 110).

Pude comprovar e, melhor, curtir a baixa densidade demográfica do Azamara na piscina, no bem montado spa, na academia e também nos restaurantes, nos quais jamais precisei esperar por uma mesa. Nesses ambientes, aliás, o Azamara supera. Enquanto em muitos cruzeiros o restaurante com bufê livre é sinônimo de caos no atendimento e monotonia no prato, ali, o fescor, a variedade e a gentileza são dignos de nota. No primeiro dia, no embarque em Porto Rico, um cozinheiro ficava no salão preparando camarões salteados, os mais graúdos, tenros e fescos que já comi. No café da manhã, havia wafes e crepes preparados na hora, uma seleção variada de cereais, ovos benedict, vitaminas on demand, bagels e pães quentinhos. Eu e a Carmen, diretora de arte da VT e autora das fotos que ilustram esta reportagem, éramos só alegria. E não víamos a hora de nadar na primeira, na segunda, na terceira… praia azul do Caribe, que visitávamos pela primeira vez em nossas vidas.

Achei o Nemo

Na chegada a St. John, ilha que pertence às Ilhas Virgens Americanas, as jardineiras- táxis já nos aguardavam enfileiradas no porto. Embarcamos em uma delas e fomos direto para Cinnamon Bay. O mar era de um azul bonito, mas, em se tratando de Caribe, não chegou a emocionar (seria uma praia incrível em qualquer outro lugar do mundo). O vento deixava a água mexida – bom para a turma do windsurfe e dos barcos a vela, que batia ponto ali. Demos um mergulho e pegamos mais uma jardineira até Trunk Bay, praia que faz parte do Virgin Islands National Park e que, por isso, cobra US$ 4 de entrada. Por estar próxima do porto e ser a mais famosa da ilha – ela vem sendo eleita ano a ano pelo guia Frommer’s Caribbean como uma das mais bonitas e uma das melhores para snorkeling –, havia fila para comprar água no bar, para alugar máscara e nadadeiras, para usar o guardavolumes e o banheiro. Mas, quando vimos a água, conseguimos abstrair um pouco a muvuca. O mar é daqueles que demoram para deixar de dar pé, de um azul intenso. A uma nadadinha muito curta se forma uma ilhota onde está a cereja do bolo. Ali, submersa, há uma trilha de 205 metros demarcada com placas no fundo do mar que explicam a vida marinha do entorno. Óculos de mergulho foram mais do que suficientes para que eu visse o que vi: coral- cérebro, coral que parecia um bonsai, peixe-palhaço (o Nemo), parrotfish e outros tantos. Aquele, sim, começava a ser o Caribe que idealizávamos! Antes de embarcar no tender de volta ao Azamara, demos um espiada na galeria Mongoose Junction, na fente do píer.

Dá para perder um bom tempo na loja Bamboula, com seus objetos de decoração, lanternas de papel, instrumentos de percussão, roupas, mantas, CDs…

Devil’s Bay Devil’s Bay

Devil’s Bay  (/)

Devil’s Bay – Foto: Carmen Fukunari

Pelado, pelado

No dia anterior à nossa chegada a St. Barthélemy, ou simplesmente St. Barths, pedi à concierge do navio que reservasse um carro, mas não rolou. Estávamos aportando em época de feriado prolongado nos Estados Unidos, e não havia mais veículos disponíveis. “Tentei alugar pra mim também, mas não consegui”, disse ela. St. Barths nos recebeu com uma tromba-d’água, e chegamos a cogitar que a nossa estada no território fancês mais chique do Caribe tinha miado. Enquanto a chuva não passava, batemos pernas pela Carré d’Or, a rua principal de Gustavia, a capital da ilha, que tem grifes como Gucci, Fernando Cavalli, Cartier e Hermès. Quando estiou, andamos até Shell Beach, que fica pertinho do porto. A praia faz jus ao nome: no lugar da areia, conchinhas. Fui nadar e encontrei o nova- iorquino Raymond e a porto-riquenha Sol, casal que também estava a bordo do Azamara. Teceram elogios ao navio, à comida, mas sentiam falta de uma programação noturna mais animada.

Dali, eu e Carmen pagamos € 50 para um táxi nos levar até a Praia Gouverneur e nos buscar no fim da tarde. Se, na ilha, topless é commodity, em Gouverneur o esquema é nudismo. Resolvi encarar, em nome do jornalismo (desculpa esfarrapada). Poupei Carmen da cena e andei até o meio da praia, onde havia meia dúzia de pessoas. Sentei na areia, meditei, tirei o calção e andei até o mar. Foi tenso. Dez passos que pareceram 300. A volta até o calção foram outros tantos. Voltamos para o navio, jantamos e demos mais um pulo em Gustavia, já que o Azamara só zarparia à meia-noite. Com exceção de um único bar com música ao vivo, a noite ali é très calme.

Trânsito da Lagoa

A ilha fanco-holandesa St. Martin/St. Maarten foi a única em que o navio atracou direto no píer, em Philipsburg, no lado holandês. Dessa vez conseguimos alugar um carro. O nosso plano era dar uma volta inteira na ilha, mas não imaginávamos que o trânsito fosse digno da Lagoa da Conceição de Floripa em pleno verão. Lição: caso você também tenha apenas um dia ali, foque. Quer seja em compras nas lojas duty fee de Philipsburg, quer seja em alguma praia. Conhecemos algumas, como Grand Case, no lado fancês, que melhora à noite, quando os restaurantes mais bacanas abrem as portas; Friar’s Bay, que vale mais pelo sorbet de coco que é vendido na entrada da praia pela simpática Karin; Maho Beach, que está atrás da pista do aeroporto, para ver os rasantes das aeronaves; e Cupcoy, pequena, quase escondida entre altas falésias, e que eu elegeria para passar algumas horas a mais caso pudesse voltar no tempo. Mas toda a fustração pelo trânsito foi embora horas mais tarde, quando, já de volta ao navio, jantamos no Prime C, restaurante especializado em carnes e que havíamos reservado antes de descer na ilha. Difícil saber se o melhor foi o New York Stake ou se foram os bolinhos, primos dos churros, servidos com um mix de geleias.

O deep blue de Trunk Bay, em St. John O deep blue de Trunk Bay, em St. John

O deep blue de Trunk Bay, em St. John (/)

O deep blue de Trunk Bay, em St. John – Foto: Carmen Fukunari

Oh, if I catch you again

No último dia, para variar um pouco, fomos tomar café da manhã no restaurante à la carte, mas não foi um bom negócio. O serviço era lento e solene demais para quem, como a gente, queria apenas um café rápido e descer logo em Virgem Gorda, nas Ilhas Virgens Britânicas. O nome dela foi dado por Cristóvão Colombo, que lá esteve em 1493 e achou a geografia montanhosa da ilha, vista de longe, parecida com uma mulher deitada de lado com um barrigão. O que importa é que essa foi a ilha mais bacana da viagem. Chegando ao porto, pegamos uma van que nos deixou na entrada da trilha que leva aos Baths, a atração maior do lugar. O bem sinalizado caminho termina em Devil’s Bay, pequena baía que estava fervida de gente.

No lado direito da praia, surgem imensas rochas graníticas com formatos surreais. A parte inferior de algumas é oca, formando grandes tocas, resultado da ação do mar que quebra ali há milênios. A trilha que leva aos Baths é um labirinto de maciços gigantescos, e ora tivemos de engatinhar a fim de passar por fendas, ora descemos por uma escada presa à pedra ou por uma rampa, agarrados em cordas. Algumas rochas represam água e formam piscininhas, os tais baths. Apesar de ser a atração maior da ilha, aquela não é a melhor praia. Mesmo sem conhecer todas, arrisco alçar ao pódio a vizinha Spring Bay. Ali, além de palmeiras lindas, as tais pedras surreais ganham gomos, tornando-as sinuosas, sensuais. Entre uma e outra, formamse corredores estreitíssimos por onde o mar entra e sai. Dali, basta andar um pouco para a esquerda para ver o que não se revela de pronto. A praia continua e forma uma microenseada de tombo para onde eu corri, pulei no mar, furei onda, boiei. É para lá que eu “volto” quando me lembro da viagem.

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GUIA VT

Quem leva

O cruzeiro que faz o roteiro mais próximo ao desta reportagem é o Riviera, da Oceania Cruises, que sai de Miami em 20 de dezembro, dura 14 noites e passa por Charlestown, St. John, St. Vincent, Barbados, Grenada, St. Barths, Virgem Gorda, St. Maarten e Porto Rico. A Agaxtur (11/3067-0900, agaxtur.com.br) leva desde R$ 4 591 (sem aéreo). A Royal Caribbean (11/4949-3100, royalcaribbean.com.br) tem roteiro de sete noites a bordo do Jewel of Seas, saindo de Porto Rico em 21 de setembro e com paradas em St. Croix, St. Maarten, St. John, Antígua, St. Lucia e Barbados, desde R$ 1 063 (sem aéreo). Com a mesma duração, a Nascimento (0800-7741110, nascimento.com.br) tem pacote no navio Celebrity Summit, saindo de Porto Rico em 3 de novembro e passando por Barbados, St.Lucia, St. John, St. Maarten e St.Thomas, desde R$ 3 943. Já a MSC (11/5053-5300, msccruzeiros.com.br) tem roteiro de dez noites a bordo do MSC Poesia, saindo de Fort Lauderdale em 11 de dezembro e parando em Porto Rico, St. John, Martinica, Dominica, St. Maarten e Bahamas, desde US$ 1 698 (sem aéreo).

PREMIÈRENavios que vêm ao Brasil pela primeira vez neste verão (Por Betina Neves)

A temporada de cruzeiros 2012/2013, programada para começar no final de novembro, traz novidades e uma provável baixa. A novidade é que os minicruzeiros de três a cinco dias serão minoria. Os 15 navios que aportarão por aqui farão viagens com duração média de sete noites. De acordo com Ricardo Amaral, presidente da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Abremar), trata-se uma evolução natural do mercado, mas também há uma razão econômica. “As taxas de cabotagem no Brasil são muito altas se comparadas com as de outros países. Por isso, as armadoras buscam portos mais baratos, como é o caso da Argentina”, diz. A outra novidade é a vinda do MSC Fantasia, o maior navio a realizar uma temporada completa no Brasil, com capacidade para mais de 4 mil passageiros. A baixa é que até o fechamento desta edição não foram anunciados cruzeiros para Fernando de Noronha, que vinham acontecendo havia oito temporadas. Para o coordenador de Meio Ambiente e Ecoturismo de Noronha, Alexandre Lopes, será uma perda. “Sou a favor dos cruzeiros e nunca vi desrespeito algum deles em relação às normas ambientais da ilha. Caso os navios não venham, tenho certeza de que a ausência será sentida por bugueiros e guias, que contavam com a renda”, diz. Veja ao lado as novidades desta temporada.

AZAMARA QUEST

Ano de Inauguração 2000

Capacidade 694 passageiros

Comprimento180 metros

Temporada De 18/12/2012 a 12/2/2013

Roteiros Seis viagens pelo Brasil, sendo que a primeira vai de Málaga, na Espanha, até o Rio de Janeiro. No fim da temporada, deixa o Rio em direção a Miami. Os outros roteiros têm de dez a 12 noites, começam no Rio de Janeiro e terminam em Buenos Aires (ou vice-versa). As paradas são em Búzios, Paraty, Ilhabela, Porto Belo, Punta del Este e Montevidéu

Quanto Desde R$ 4 209 (dez noites)

Como é Seguindo o conceito da marca, o navio tem diferenciais. Começando pelas 347 cabines com 15 configurações diferentes. Mais de 300 têm vista para o mar. Quem ficar nas suítes dispõe de serviço de mordomo, recepção com espumante e chá da tarde dentro do quarto. Na parte gastronômica, são três restaurantes, sendo um especializado em carnes e frutos do mar e outro em comida mediterrânea. Há ainda piano bar, cassino, piscina, spa e centro de acupuntura (azamaraclubcruises.com)

 

COSTA FASCINOSA

Ano de Inauguração 2012

Capacidade 3 800 passageiros

Comprimento 290 metros

Temporada De 13/12/2012 a 18/3/2013

Roteiros Todas as 11 viagens terão embarque em Santos e no Rio. A temporada começará com um minicruzeiro de quatro noites por Búzios e Angra dos Reis e depois partirá para roteiros de nove noites passando por Buenos Aires, Punta del Este e Porto Belo

Quanto Desde US$ 719 (quatro noites)

Como é Inaugurado neste ano, o navio chega aqui tinindo. A área de lazer é turbinada: são quatro piscinas, sendo uma delas de frente para uma tela de cinema, e playground aquático para crianças. Há também cinema 4D, sala de vídeogame PlayStation, simulador de corrida e de golfe. No Samsara Spa, há restaurante exclusivo que serve refeições balanceadas. Haverá três cruzeiros temáticos: Tango e Milonga (22/1/2013), com aulas de dança; o Prata all’Italiana (18/2/2013), com aulas de culinária italiana; e o Prata Gourmet (27/2/2013), com chefs que vão ministrar workshops sobre gastronomia e vinhos (costacruzeiros.com)

 

COSTA FAVOLOSA

Ano de Inauguração 2011

Capacidade 3 800 passageiros

Comprimento 290 metros

Temporada De 17/12/2012 a 5/3/2013

Roteiros Serão 13, com saídas de Santos e do Rio, alternando três, seis, sete e oito noites e combinações diferentes dos destinos intermediários Búzios, Ilhabela, Angra dos Reis, Salvador, Ilhéus e Porto Belo

Quanto Desde US$ 499 (três noites)

Como é Gêmeo do Costa Fascinosa, tem 1 508 cabines e estrutura quase idêntica. O que muda é a temática da decoração, que neste navio é voltada para contos de fadas: o átrio, por exemplo, é ornado com pedras preciosas. Entre as atrações high-tech, sala de cinema 4D, sala de PlayStation e simulador de corrida e de golfe. Serão quatro cruzeiros temáticos: o Bem-Estar (26/1/2013), com foco em saúde e nutrição; Dançando a Bordo (16/2/2013), com dançarinos que organizam aulas e festas; Emoções em Alto-Mar (26/1/2013), com show do Rei Roberto Carlos; e Fitness (23/2/2013), com enfoque em malhação, aulas de pilates, boxe e mais (costacruzeiros.com)

 

MSC FANTASIA

Ano de Inauguração 2008

Capacidade 4 363 passageiros

Comprimento 333 metros

Temporada De 27/11/2012 a 5/3/2013

Roteiros Oito, com saídas de Santos, sendo quatro roteiros de sete noites, um de oito e um de seis. Os portos de parada: Búzios, Salvador, Ilha Grande e Angra dos Reis. Estão programados também dois minicruzeiros de três noites

Quanto Desde US$ 409 (três noites) e US$ 1 159 (ala Yacht Club)

Como é Com vocês, o maior navio de todas as temporadas. São 1 637 cabines, sendo 1 143 com varanda. O hit desse gigante é a ala Yacht Club, com entrada independente e exclusiva para os hóspedes das 71 suítes de padrão superior. Todas têm minibar, lençóis de algodão egípcio, menu de travesseiros e console de Nintendo Wii, além de uma piscina exclusiva, mordomo e concierge. No restaurante L’Étoile, o hóspede faz as refeições a qualquer hora. Fora dali, é possível usufruir de toda a infra, composta de quatro piscinas, 12 jacuzzis, spa, teatro, 20 bares e mais (msc.com.br)

 

MSC MAGNIFICA

Ano de Inauguração 2010

Capacidade 3 223 passageiros

Comprimento 294 metros

Temporada De 13/11/2012 a 28/3/2013

Roteiros Serão 21 viagens com saídas de Santos, sendo 15 roteiros de sete noites com paradas em Punta del Este, Montevidéu e Buenos Aires. Os cinco minicruzeiros, de três e quatro noites, ficam por Búzios, Ilha Grande, Angra dos Reis e Ubatuba

Quanto Desde US$ 409 (três noites)

Como é O navio tem 80% de suas 1 259 acomodações com varanda. Na área de lazer, há pista de boliche, spa, cinema 4D, cassino, discoteca, teatro com 1 240 lugares e uma sala de games. Há ainda cinco piscinas, sendo uma com teto retrátil, seis jacuzzis e cinco restaurantes. Para sair da mesmice, haverá dois cruzeiros temáticos, o Qualidade de Vida (3/2/2013), com programação focada em incentivar hábitos saudáveis, incluindo aulas de ioga e meditação, e o Baila Comigo (3/3/2013), para quem quer treinar o requebrado em aulas de diferentes ritmos (msc.com.br)

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