Fora de série

José Tibiriçá, o Tibira, é sócio da boate Vegas e do bar Z Carniceria, entre outros em São Paulo, e guarda 1 200 brinquedos garimpados em viagens pelo mundo

Por Cris Capuano (editora) Atualizado em 14 dez 2016, 12h06 - Publicado em 8 set 2011, 11h58

José Tibiraçá

O que faz: empresário

De onde é: São Paulo

Passaporte: carimbado em 15 países

Na década de 1970 não era fácil ter brinquedos. Ou você tinha grana para trazer de fora ou se contentava com o que tinha na loja de departamentos Sears. Com 14 anos, minha avó doou os brinquedos para a Igreja Adventista. Rolou um trauma, e eu comecei a colecionar. Meu pai trabalhava na Zona Franca de Manaus, e trazia vários. O primeiro robô eu tenho desde os 17 anos. O (1) japonês R1 também é das antigas. Comprei em uma loja em Miami para onde vou, três vezes por ano, visitar meu filho.

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Tenho fissura em carros antigos – dirijo um Galaxie 1967 e monto um Fordinho 1929 há um ano. Então vou muito para Curitiba encontrar peças. Em uma feira de antiguidades de lá achei o (2) avião do pós-guerra. Nas ruas de Montevidéu, no Uruguai, comprei o (3) Frankenstein.

No último ano, fui duas vezes para Buenos Aires. É barato e é bem perto, além de ter lojas de brinquedos bem interessantes. Foi lá que eu encontrei o (4) boneco do Darth Vader, do filme Guerra nas Estrelas.

Tenho muita coisa do (5) Rat Fink (a criação mais famosa do californiano Ed Roth, designer de carros personalizados na Califórnia nos anos 1960).Este boneco e a (6) caveira de gravata vieram de Los Angeles.

Não gosto de comprar nada por encomenda. E prefiro os brinquedosque já saíram de catálogo. O meu barato como colecionador é garimpar. Foi assim com o (7) boneco do Quentin Tarantino. Encontrei-o sem querer em uma loja de Amsterdã. 

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