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Diva dos dedais

Coleção de dedais: depois de muito meditar, ela descobriu que o suvenir ideal era o dedal

Por Fabrício Brasiliense (edição)
14 set 2011, 17h40 • Atualizado em 14 dez 2016, 12h01
  • Mariana Conrado dos Reis

    Profissão: Tradutora

    De onde é: Santo André, SP

    Passaporte: 25 países

    A coleção

    Guardo mais de 60 dedais de costura de pelo menos 15 países em uma estante na sala de casa, com um post-it de alerta: “Não chegue perto”. Morro de ciúme deles.

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    O começo de tudo

    Quando fui mochilar na Europa, em 1996, fiquei com vontade de trazer uma lembrança de cada lugar. Mas eu estava sem grana e não tinha espaço na mochila. Foi só entrar em uma lojinha da Torre de Londres e dar de cara com um dedal de cerâmica que pensei: “Why not?” Daquela viagem eu trouxe uns dez.

    Os favoritos

    É o que tem o formato de livrinho, que eu trouxe de Oxford, na Inglaterra. E também um outro, de casinhas vitorianas, que eu comprei em San Francisco, na Califórnia. Uma vez em Buenos Aires, encontrei um dedal bacana, com o desenho de um casal dançando tango. A dona da loja me deu de brinde um de metal achando que eu costurava.

    Mas você não costura?

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    Não prego nem botão.

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