Como são as atrações de Pandora – O Mundo de Avatar, na Disney

Visitamos as duas atrações de Pandora, no Magic Kingdom da Disney de Orlando; veja como foi a experiência e saiba o que esperar nos brinquedos novos

Por Talita Ribeiro Atualizado em 7 jul 2021, 18h55 - Publicado em 22 jun 2017, 17h49

Aberta ao público em maio de 2017, Pandora – O Mundo de Avatar, a nova área do Animal Kingdom, inspirada no filme Avatar, é a grande novidade da Disney World nessas férias.

Como era de se esperar, o FastPass+ (o fura-fila que você pode agendar previamente para as duas atrações de Pandora) está esgotado pelas próximas semanas.

Para quem não conseguiu reservar, restam apenas as filas e elas estão imensas, durando entre 80 e 150 minutos ao longo do dia. O pior é que não há previsão de diminuir, já que começa agora as férias de verão das escolas nos Estados Unidos, que duram até o fim de agosto.

Mas vale a pena esperar nas filas do Pandora?

Eu visitei as duas atrações sem FastPass+, uma semana após a inauguração, ou seja, encarei longas horas em pé, parte delas sob um sol de 37 graus. E a minha resposta é: sim e não. Explico melhor abaixo.

Na atração mais radical, o Avatar Flight of Passage, você provavelmente sairá tão extasiado e encantado que mal lembrará porque está com dor nos pés. Este é, de longe, o melhor simulador da Disney – sim, bem mais emocionante e “real” que o Soarin, do Epcot.

Nele você “voa” montado em um Banshee, animal mítico do filme, e sente o vento no rosto, o perfume das flores no caminho, a vertigem das quedas rápidas e até uma emoçãozinha com o pôr-do-sol ao final.

Tudo isso em cima de uma estrutura que lembra uma “moto sem rodas”, onde você senta e é preso de tal forma que tem a impressão de estar conectado mesmo com o bicho. Dá para sentir a respiração e os movimentos dele na sua perna!

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A parte gráfica em 3D é outro destaque e faz juz ao filme de James Cameron, com detalhes tão realistas que você quase pode tocar… Mas antes que tente, lembre-se que é preciso segurar firme no Banshee, porque o voo é cheio de rasantes e curvas, em quatro minutos de uma viagem mágica por cenários lindos, entre montanhas flutuantes, florestas e por sobre o oceano.

Ah! E a fila é cheia de surpresinhas e coisas interessantes para você ver e tirar fotos também. 😉

Antes de se transformar em um Avatar e se conectar com o seu Banshee, você passa pelos laboratórios...
Antes de se transformar em um Avatar e se conectar com o seu Banshee, você passa pelos laboratórios… Kent Phillips/Divulgação

Já o Na’vi River Journey

Me deixou decepcionada, confesso e assumo que, provavelmente, é porque não calibrei as expectativas corretamente. A atração é basicamente “um passeio de barquinho por um rio sagrado dentro de uma floresta bioluminescente”.

O que isso quer dizer na prática? Que você senta junto com outras sete pessoas e vai navegando por um cenário muito bonito, onde vários animais digitais se misturam com flores e plantas brilhantes, até avistar a xamã Na’vi – incrivelmente realista -, que canta uma música que ficará o dia todo ecoando na sua cabeça, como um mantra. E só.

Não tem nem uma pitada de emoção, é um passeio contemplativo apenas. Eu, particularmente, não acho que valha a pena esperar mais de 30 minutos para embarcar nele, porém, como é novidade e para todas as idades, diferente do Avatar of Flight, talvez seja uma boa para famílias com crianças pequenas ou para pessoas sensíveis a atrações mais radicais.

Além da impressionante montanha suspensa, Pandora conta com cachoeiras e muitas flores e plantas que brilham no escuro
Além da impressionante montanha suspensa, Pandora conta com cachoeiras e muitas flores e plantas que brilham no escuro Divulgação/Divulgação

Mesmo que você prefira não encarar as imensas filas destas atrações agora, recomendo dar uma passadinha na área de Pandora durante o dia, para tirar fotos e ver mais detalhes da impressionante montanha suspensa, mas também à noite, quando tudo brilha e fica mais “azul” – inclusive você, se estiver com peças brancas.

Se quiser ir a essas atrações, claro, recomendo que você tente garantir o seu “fura-fila” através do FastPass+, que dá para reservar no My Disney Experience, depois que tiver o código do ingresso e souber o dia em que deseja ir ao parque.

Se não conseguir, monitore as filas através do aplicativo da Disney World e torça para elas diminuírem ao longo do dia. Ah! E se ficar em um dos hotéis do Resort Disney, aproveite as “horas mágicas”, em que o acesso aos parques é exclusivo para hóspedes, e vá nestes brinquedos mais concorridos.

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