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COLECIONADORES: Máscaras

Ó, abre alas, que essa carioca quer passar com suas máscaras pelas alfândegas mundo afora

Por Fabrício Brasiliense (Edição)
16 set 2013, 16h28 • Atualizado em 16 dez 2016, 07h54
  • O início A primeira máscara veio de Veneza e foi um presente do meu pai. Hoje, cheguei à marca de 30 e, quando viajo, vou à caça de novidades. Já comprei máscara em loja de suvenires, em mercado flutuante, em loja de antiguidades. Elas ficam penduradas em uma parede da minha casa, mas não exponho todas; guardo uma parte e fico revezando.

    Encrenca Não basta apenas encontrar as máscaras, é preciso transportá-las – e é aí que começa o problema, pois muitas delas são bem frágeis. Uma vez, na República Dominicana, a máscara que eu havia comprado tinha chifres bem fininhos, e o comissário não queria permitir a entrada dela na cabine. Eu argumentei que, se a despachasse, teria de jogar no lixo depois porque chegaria destruída ao Rio. Depois de muita discussão, e de algum atraso no voo, a máscara veio linda no meu colo.

    HOSTIA! Em Barcelona, eu só entrei na Igreja de Santa Anna porque o meu sobrenome é muito parecido, mas tive a sorte de encontrar na lojinha uma máscara com uma pomba, alusão às obras de Gaudí. 

     

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    A Colecionadora

    Ila Sant’Anna

    Profissão Advogada

    Onde vive Rio de Janeiro, RJ

    Passaporte carimbados em 52 países

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