Búzios: passeios, hotéis, restaurantes, charme e mais

Búzios pode até não ser mais o tranquilo paraíso perdido hippie, do jeito que já foi um dia... Mas ainda é puro charme

Dizem que não devemos retornar aos lugares em que fomos felizes. O aforismo popular parecia fazer sentido sempre que eu pensava em voltar a Búzios. Talvez para manter a lembrança intacta, porque “nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia…”, como na canção do Lulu. A calmaria da pequena Praia dos Ossos, o rebuliço da Rua das Pedras, a brisa da Orla Bardot, as luzes prateadas do mar no fim da tarde, os barquinhos coloridos – será que tudo continuava lá? Foi um cenário que marcou uma época luminosa da minha vida, nos idos dos anos 90, quando Búzios era sinônimo de sol, sal, paixão, pescarias, mergulhos, dias inesquecíveis e noites de estrelas cadentes.

Pois foi exatamente na mesma Praia dos Ossos, onde eu costumava alugar casas de férias, que descobri, quase duas décadas depois, um novo canto – e o encanto se refez. Do lado esquerdo da praia, aos pés da Igreja de Sant”Ana, uma antiga capelinha branca, envolta em hibiscos vermelhos, fica o hotel Vila da Santa.

Rua das Pedras, Búzios Algumas transversais da movimentada Rua das Pedras desembocam no mar deste jeito aí

Algumas transversais da movimentada Rua das Pedras desembocam no mar deste jeito aí (Diego Juliano/iStock)

Sabemos que a hospedagem faz toda a diferença em um destino repetido. A arquitetura do lugar é inspirada em uma vila de pescadores do Mediterrâneo, com os quartos distribuídos entre pátios e escadas em diversos níveis.

Um charme. No quarto, ao abrir as portas de treliça da varanda, dei de cara com a piscina, de desenho ondulado, entre canteiros de roseiras em flor. “A última novidade é sempre uma rosa”, diz um poema de Mario Quintana. Logo me inspirei em revisitar a praia, na mesma tarde. E não é que a prainha dos Ossos continua praticamente igual? A clássica Pousada Corsário ainda ocupa a esquina principal. O casarão em frente, que eu alugava fora de temporada, também virou pousada. Não cheguei perto porque achei estranho ver pássaros em gaiolas decorativas no jardim. Soube depois que as gaiolas ficam abertas. Menos mal.

Praias e prainhas

Praia da Armação, Búzios A Praia da Armação, barquinhos, pescadores… Tá sentindo a maresia?

A Praia da Armação, barquinhos, pescadores… Tá sentindo a maresia? (Schmid Christophe/grupo keystone/Wikimedia Commons)

Armação dos Búzios, ou simplesmente Búzios, é uma península com 23 praias, distribuídas em 8 quilômetros de extensão. Ficar na Praia dos Ossos é tão conveniente quanto no Centro. Embora não seja boa para banho de mar, a praia tem um visual sensacional e seu ponto de “aquatáxi”. Uma das comodidades divertidas em Búzios são os barcos-táxi, que levam às praias mais próximas, como Azeda e Azedinha, aonde se pode chegar também por uma trilha curta.

O barquinho rapidamente me transportou de volta ao passado para eu ver que as duas praias vizinhas continuam belas e sossegadas. Não têm sequer barracas, apenas vendedores ambulantes, que passam com bebidas e petiscos como espetinhos de queijo coalho e camarão. Outra particularidade do balneário são as praias gêmeas – uma maior e uma menor, com o nome no diminutivo. Tem João Fernandes e João Fernandinho, gostosas para banho, com ondas leves e faixa de areia generosa.

João Fernandes, Búzios As águas com ondas leves. boas para banho, de João Fernandes

As águas com ondas leves. boas para banho, de João Fernandes (Marcelo Nacinovic/Getty Images)

Na temporada, lotam, e é comum os bares cobrarem consumo pelo lugar ao sol. Também são as preferidas dos argentinos, e eles são muitos em Búzios! Já Tartaruga e Tartaruguinha, mais distantes dali, são tão concorridas quanto. Atraem os visitantes pelas águas tranquilas e a chance de ver tartarugas marinhas.

A Praia dos Ossos é uma localização estratégica porque fica a 15 minutos a pé da Rua das Pedras, onde se concentra boa parte do agito – a partir de uma caminhada pela Orla Bardot. A atriz francesa Brigitte Bardot deu fama internacional ao balneário, quando se refugiou ali, nos anos 60, a ponto de batizar um calçadão e ganhar uma estátua.

Fazer uma foto com BB é um dos clichês turísticos ao qual poucos visitantes resistem. Ao longo da orla, há também a escultura dos pescadores puxando uma rede no mar, um dos cartões-postais da cidade, e um Juscelino Kubitschek, deslocado e difícil de identificar. Tudo obra da escultora paulistana Christina Motta, que recentemente recriou Tom Jobim no calçadão de Ipanema.

Quem te viu, quem te vê

Brigitte Bardot descobriu Búzios em 1964, uma praia então deserta, fugindo de jornalistas e fotógrafos. Gostou tanto que ficou mais de três meses na vila de pescadores, que era “selvagem”, como ela mesma definiu, em entrevista recente ao site da Radio France Internationale (RFI). “Guardo recordações únicas. Na época, era apenas uma aldeia de pescadores, sem água encanada ou eletricidade. Vivíamos como Robinson Crusoé em praias selvagens e desertas. As ruelas eram cheias de leitões pretos e galinhas. Nós vivíamos de pesca, farofa, mangas e muito sol”, disse a atriz. Não demorou para Búzios ficar conhecida como a “Saint-Tropez brasileira” e receber cada vez mais turistas.

A lembrança mágica, porém, se quebrou diante dos rumos que o balneário tomou. “O que Búzios se tornou hoje me deixa atordoada. É uma pena”, lamentou madame BB, na mesma entrevista. É verdade que Búzios não é mais aquele oásis de tranquilidade, especialmente na alta temporada, mas não perdeu de todo o savoir-faire. Quanto à atriz francesa, uma mulher de 82 anos ainda bela e conhecida pelo engajamento na defesa dos animais… Não se pode dizer que sua biografia seja coerente com o estilo hippie que marcou sua passagem pelo lugar que celebrizou.

Orla Bardot, Búzios Uma das fachadas com janelas coloridas da Prla Bardot

Uma das fachadas com janelas coloridas da Prla Bardot (Gardel Bertrand/ Hemis.FR/alamy/ Latinstock/Wikimedia Commons)

À medida que envelheceu, a musa ousada abraçou teorias de extrema direita e declarou apoio à candidata Marine Le Pen. Ainda bem que a Orla Bardot continua a mesma, cortada por um longo cais de madeira, daqueles que convidam a passear e esquecer os olhos no horizonte. Logo no início, para quem vem dos Ossos em direção ao Centro, outro cais chama a atenção pela quantidade de gaivotas empoleiradas em fila, numa espécie de corrimão do deque. O “cais dos pescadores”, como é conhecido, fica ao lado do Iate Clube.

Abriga um bar meio bagunçado, com um cardápio plastificado que oferece isca de peixe e lula à dorê a preços salgados para as instalações, mas com boa cotação para a cerveja de garrafa. Deu para descolar uma mesinha e ficar a ver barquinhos e gaivotas, ao sol de inverno no meio da tarde.

Logo mais adiante, do lado esquerdo da orla, o Morro do Humaitá concentra algumas das pousadas mais charmosas do balneário, com vista king-size para a Baía da Armação. É o caso da romântica Vila d”Este, em que as suítes mais sofisticadas têm hidro na varanda. No verão, o terraço e a piscina de borda infinita são ponto de encontro para o sunset. Colado à piscina, o restaurante Altto oferece um menu de maravilhas do mar, como cherne com cuscuz de camarões, e carta de vinhos a preços atraentes.

Casas Brancas Boutique Hotel & Spa, Búzios Casas Brancas Boutique Hotel & Spa, Búzios

Casas Brancas Boutique Hotel & Spa, Búzios (Divulgação/Divulgação)

À noite, a vista é um palco iluminado. O vizinho Casas Brancas Boutique Hotel & Spa é um clássico da área. De estilo boho chic, seu terraço já estampou matérias de revistas do mundo inteiro. O restaurante italiano Deck, no térreo, de frente para o calçadão, teve seu cardápio recentemente reformulado pelo chef argentino Gonzalo Vidal, responsável também pelo Místico, restaurante sensação do momento na Pousada Abracadabra.

Com vista panorâmica para o mar da Armação, a Abracadabra tem um belo custo/benefício para quem procura algo luxuoso. A decoração é clean, com muito branco, madeira e varandas espaçosas. O café da manhã caprichado, com sucos detox em garrafinhas individuais e bolos caseiros, é de dar saudade.Argentino de Santa Fé, o chef Gonzalo Vidal, aos 31 anos (nove deles no Brasil), trocou o Rio por Búzios, há um ano, para criar uma cozinha que define como “honesta, sazonal, fresca sem frescura”.

Sobremesa do Restaurante Mistico Sobremesa do Restaurante Mistico, em Búzios

Sobremesa do Restaurante Mistico, em Búzios (Reprodução/Reprodução)

Segui o conselho de uma amiga carioca e fui conferir o restaurante Místico. O menu degustação foi surpreendente, começando com sashimi de namorado, marinado em salicórnia (uma planta marinha salgada) e molho ponzu, seguido de cupim braseado com musseline de raízes e uma inusitada “gema frita”, crocante por fora e molhadinha por dentro, entre outras invenções. O único senão foi para o tortellini de cordeiro, um pouco duro. Nada que os morangos com baunilha e hortelã da sobremesa não fizessem esquecer, em uma noite realmente mística…

No dia seguinte, o chef Vidal falou sobre como Búzios, como toda cidade litorânea, sofre na baixa temporada. Somada à crise, essa dificuldade coloca em perigo a qualidade da oferta gastronômica. Dá para notar, ao caminhar pela orla, pelos restaurantes vazios, com garçons, de cardápio em punho, laçando turistas. Mas ele logo mudou de assunto e, entusiasmado, contou sobre um “peixe alucinante” que estrearia, naquela noite, no Deck. O resto-bar-pizzaria tem luz de velas e clima informal. Que sorte a minha conferir, em primeira mão, o polvo grelhado com nhoque de tomate. “O polvo chegou ainda vivo, a lagosta veio ontem…”, disse o chef.

Búzios by night

Embora concentre tantas praias bonitas, Búzios deve muito de seu glamour à vida noturna. A Rua das Pedras, fechada para carros, segue soberana do entardecer à madrugada, com restaurantes, bares, sorveterias e lojas em série. Permanecem inabaláveis a creperia Chez Michou, descolada e lotada, o Pátio Havana, com seus mojitos e charutos, o vegetariano Nirvana (agora com cachorro-quente vegano) e o romântico Cigalon, entre outros clássicos. O bate-perna frenético se estende às ruas paralelas e transversais.

Além de abrigar filiais das principais marcas dos shoppings cariocas, as lojas de moda praia da Rua das Pedras são imbatíveis. Os biquínis mais bacanas da minha vida foram comprados em Búzios. Na gastronomia, a nova onda é o Porto da Barra, complexo de restaurantes próximo ao cais da Praia de Manguinhos. Cheio de opções temáticas, do sushi ao ceviche, da culinária portuguesa à brasileira, o espaço convida a ver o pôr do sol e variar a paisagem do jantar.

Praia de Manguinhos, Búzios Pôr do Sol no cais da Praia de Manguinhos

Pôr do Sol no cais da Praia de Manguinhos (Diego Juliano/iStock)

Para estrear o biquíni novo, voltemos às praias. Desde que Búzios é Búzios, não podem faltar no roteiro Ferradura e Ferradurinha. Rasas e calmas, são as favoritas das famílias. A Ferradura tem sup, pedalinho, caiaque e areia plana, boa para caminhadas. Geribá, ao lado, é famosa pela concentração de jovens e surfistas. A galera se encontra no Fishbone Café para baladas e bebidinhas.

O pé na areia mais tradicional de Geribá é o Hotel Le Relais La Borie, um dos primeiros a se instalar por ali. Os 41 quartos passaram por reforma recente, mantendo o estilo branco total, quebrado por detalhes tropicais. A piscina aquecida com jacuzzi e cascata faz a alegria de crianças e adultos. Mas é na gastronomia que o hotel coleciona estrelas, ao organizar o Festival Les Pantagruels, uma farra gastronômica que, neste ano, trouxe grandes chefs franceses, como Nicolas Frion (uma estrela no Michelin), Olivier Briand (eleito melhor bistrô em 2006) e Bruno Capellari (Bib Gourmand Michelin). “É o único evento no Brasil que reúne tantos chefs do Michelin trocando experiências”, diz Renata Monti, curadora do evento.

De volta pro aconchego

Pôr do sol na praia de Geribá, Búzios A tardinha cai na Praia de Geribá

A tardinha cai na Praia de Geribá (Renata Mello/Pulsar Brasil Imagens/Wikimedia Commons)

Depois de ver o sol se pôr em todo os tons de rosa no horizonte de Geribá, foi aconchegante voltar “para casa”, na Praia dos Ossos. À noite, o pátio central do Vila da Santa fica todo aceso, com o burburinho dos hóspedes misturado ao barulho do mar. Saboreando um dry martini, preparado pelo barman com maestria, me deixo levar pelas lembranças do dia e dos anos passados. Búzios, obviamente, não é mais a mesma. Mas o que garante que minhas recordações correspondem ao que realmente vivi nesse mesmo cenário?

Veja o que aconteceu com o escritor colombiano Gabriel García Márquez. No livro Doze Contos Peregrinos, ele fala poeticamente de cidades como Barcelona, Roma e Paris. Mas, depois de descrevê-las fielmente, conclui que nenhuma delas tinha algo a ver com suas lembranças: “Todas estavam rarefeitas por uma inversão assombrosa: as recordações reais me pareciam fantasmas na memória, enquanto as recordações falsas eram tão convincentes que haviam suplantado a realidade.

De maneira que me foi impossível distinguir a linha divisória entre a desilusão e a nostalgia”. Ele então reescreveu conto por conto, sem se perguntar mais onde terminava a realidade e começava a imaginação.

É verdade que o tempo andou indeciso nessa temporada. Não deu para testar os caiaques do hotel nem as massagens com algas do spa, bons motivos para retornar. Se a vida vem em ondas, talvez o segredo seja fazer ao contrário: em vez de guardar os paraísos vividos como refúgios mentais, devemos voltar aos lugares em que fomos felizes, sem medo de (não) ser feliz.

Onde Ficar?

Piscina da pousada "Le Relais La Borie Piscina da pousada “Le Relais La Borie”, em frente a praia de Geriba, em Búzios.

Piscina da pousada “Le Relais La Borie”, em frente a praia de Geriba, em Búzios. (Divulgação/Divulgação)

Na Praia dos Ossos, o Hotel Vila da Santa é uma graça e tem um café da manhã dos sonhos, e a Pousada Corsário tem clima colonial repaginado, piscina e estrutura para famílias. No Morro do Humaitá, fica o luxuoso Casas Brancas, do mesmo grupo da charmosa Pousada Abracadabra.

Casais adoram namorar no Vila d”Este. Sem vista para o mar, valem a pena o Hotel Doce Mar, com atmosfera clássica, e a Casa Búzios, com jardim e uma pequena piscina. No Centro, o Pérola Búzios é espaçoso e fica a um pulo da Rua das Pedras. O Le Relais La Borie, em Geribá, tem um celebrado restaurante francês e abriga o festival gastronômico Les Pantagruels.

Onde Comer?

Na Praça dos Ossos, além do restaurante mediterrâneo do Hotel Vila da Santa, o Haka Sucos reúne gente jovem em mesas coloridas para saborear sucos, sanduíches e tapiocas. Na Orla Bardot, o restaurante Místico fica dentro da Pousada Abracadabra. O Deck é focado em comida italiana artesanal. O Altto oferece uma das melhores vistas e excelentes pescados. O Le Bardot é especializado em carnes e vinhos argentinos.

Entre os veteranos, o Bar do Zé  é o endereço de caipirinhas e camarões caprichados. Na Rua das Pedras e no Centro, vale considerar a “eterna” Creperia Chez Michou, o cubano Pátio Havana, o francês Cigalon. O Nirvana, anexo à loja de artigos indianos Samsara, oferece self-service vegetariano.

Restaurante Donna Jô, em Búzios Restaurante Donna Jô, em Búzios

Restaurante Donna Jô, em Búzios (Reprodução/Reprodução)

O Restaurante do David é daqueles antigos, com alma e cardápio farto, do peixe grelhado ao estrogonofe. No Porto da Barra, o gastrobar Belli Belli  tem mesas disputadas para drinques ao cair da tarde e comida farta, como a costela de porco com barbecue de uísque Jack Daniel”s, que serve dois. Para culinária brasileira e italiana, a aposta é no Donna Jô, enquanto no Zuza, os bons risottos fazem sorrir.

Há ainda a tasca portuguesa Cais de Gaia e o Cadillac Art Bar para comer hambúrguer em clima retrô, ouvindo rock ao vivo. Fora do eixo, há ainda o celebrado Farinatta, mistura de bistrô, loja de vinhos e galeria de arte, em Geribá, que oferece massas diferentes, como ravióli com provolone e figo seco, e o Rocka, beach lounge de inspiração mediterrânea, na Praia Brava, para passar a tarde.

Compras

Vitrine de butique na Rua das Pedras - área comercial de alto padrão no centro da cidade Vitrine de butique na Rua das Pedras

Vitrine de butique na Rua das Pedras (Luciana Whitaker/ Pulsar Brasil Imagens/Wikimedia Commons)

Os biquínis da Hola Brasil têm estampas gráficas com filtro UVB e são impecáveis. Na Yemanjá, os biquínis e as roupas são com uma pegada étnica, com foco nos tecidos naturais e tingimentos artesanais. Quem procura por acessórios não pode deixar de visitar a Feirinha da Praça Santos Dumont, também no Centro, com lindas opções de bijoux. Na Chic Hip , as alpargatas e papelines (sapatilhas ecológicas) estampadas são uma graça. ,

A loja de decoração Secrets de Famille é famosa por sua marcenaria de luxo e suas peças de design exclusivo. A Galeria Travessa dos Arcos reúne grifes como Osklen, Lacoste, Richards. Também é onde se pode encontrar as peças da artista Christina Motta, a mesma que fez a estátua de Brigitte Bardot.

Passear

A Praia Brava, como o nome diz, tem mar forte e ondas que atraem os surfistas. Uma das maneiras de chegar lá (a 30 minutos de caminhada do Centro) é contratar um passeio de buggy. O veículo é comum no balneário e faz escala em várias praias, em roteiros que podem ser combinados antes.

Pise leve

Rua das pedras, Búsizos A Rua das Pedras não tem esse nome à toa. Recomendam-se chinelos ou calçados baixos e confotáveis

A Rua das Pedras não tem esse nome à toa. Recomendam-se chinelos ou calçados baixos e confotáveis (Geff Reis/AGB photo/Wikimedia Commons)

A Rua das Pedras não tem esse nome à toa. Recomendam-se chinelos ou calçados baixos e confortáveis

Tchibum biquiniless

A Praia Olho de Boi é a única dedicada ao naturismo. E aviso aos navegantes: é proibido entrar lá de roupa

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