Buenos Aires: a cidade onde o dólar tudo pode

Planos econômicos vêm e vão, e a Argentina segue atrativa para o brasileiro. Em Buenos Aires, a boa comida, o bom vinho e as boas compras custam menos se o viajante trocar dólar ou real no câmbio paralelo 

Na terra do papa Francisco, o milagre. Imersa em uma inflação oficiosa de 86% nos últimos três anos, a economia argentina abriu uma brecha para os brasileiros voltarem a se esbaldar em Buenos Aires. Os preços estão altos, mas a disparada do dólar “blue” (paralelo) em relação ao oficial aumentou o poder de compra do turista que chega à cidade com a moeda americana (veja mais abaixo). Em 23 de maio, quem fazia pagamentos com cartões (de crédito, de débito, pré-pagos) ou com pesos trocados nas casas de câmbio autorizadas encarava a cotação oficial de US$ 1 a Ar$ 5,27 e de R$ 1 a Ar$ 2,56. Porém, diversos restaurantes e algumas lojas da cidade aceitavam dólares para pagamento a cotações entre Ar$ 7 e Ar$ 9, voltando o troco em pesos no mesmo câmbio vantajoso. Muitos turistas recorriam ainda às cuevas (casas de câmbio clandestinas) e aos arbolitos (operadores informais) da Calle Florida, no Centro, que faziam câmbio na base do US$ 1 por Ar$ 8,50. Com pesos trocados nessa cotação, os preços portenhos voltaram ao patamar de 2010, a época do “da-me dos”. Vale lembrar que o câmbio negro é ilegal, passível de multa e rende debates éticos, mas as transações são feitas às claras e sem repressão na cidade.

Em que pese sua instabilidade monetária, a capital argentina, que recebeu 800 mil brasileiros em 2012, segue a vida com gastronomia de primeira, noites animadas e agenda cultural vibrante. Nas ruas, o sistema público de bicicletas inaugurado há dois anos acaba de ser liberado para os turistas. No mais, os asados continuam suculentos, a arquitetura segue inspiradora, há exposições increibles, e, se o câmbio não mudar, Buenos Aires inteira está a preços de ocasião.

La multiplicación

Eu viajei com dólares e não precisei andar três quadras desde o hotel, no Congreso, para encontrar um kiosco que os aceitasse como pagamento de um cappuccino. Marcelo, o proprietário, calculou a conta e o troco dos US$ 50 ao câmbio de US$ 1 por Ar$ 7, quando o oficial estava a Ar$ 5. Ele ainda quis meus outros US$ 300, que converteu a US$ 1 por Ar$ 8. Aqueles US$ 350 transformados em Ar$ 2 750 pagariam quatro diárias de hotel, três boas refeições (duas com vinho), uma dezena de táxis, outra de empanadas, cafés, águas…

Passei no hotel para deixar parte da dinheirama e fui testar o Mejor en Bici, o sistema público de bikes e ciclovias da cidade. Como era uma segunda, dia de museus fechados, pedalei direto para as largas calçadas de Puerto Madero, esticando o rolê até a loja de vinhos Winery, onde enchi a cesta da bicicleta com três garrafas de tintos por um terço do que pagaria no Brasil. Com mais de 100 quilômetros de bicisiendas (ciclovias) à disposição, embiquei a magrela na direção de Palermo e pedalei por lugares como o Parque Las Heras, enxergando poesia no gentio ao sol, nos babás de perros, no dolce far niente. Devolvi a bike e, embora fosse minha quinta visita à cidade, não foi sacrifício caminhar pelo Parque Tres de Febrero e admirar suas rosas desabrochadas como repolhos. A 15 minutos dali, no Malba, revi o Abaporu com uma confortável sensação de déjà vu, desfeita completamente no piso de cima, na chocante mostra da brasileira Adriana Varejão. A exposição em cartaz até 10 de junho traz uma coleção de quadros dilacerados por cortes profundos, expondo uma camada interna de carne e sangue. Huuummm, parrilla…

Voltar a Buenos Aires é reencontrar a belle époque na Recoleta, é ficar boquiaberto pela enésima vez com a arquitetura teatral da livraria El Ateneo, é esticar o tempo em Palermo Soho. Estive lá para olhar os preços e me surpreendi com a simpatia das vendedoras, a despeito do sujeito que lhes fazia perguntas em portunhol, fuçava nas lingeries e anotava o preço do casaco de oncinha. Ainda em Palermo, celebrei o reencontro com o ojo de bife da parrilla La Cabrera, que serviu o nobre corte bovino a punto, macio e saboroso. Uma garrafa de malbec, sobremesa, dois Nespresso e 10% incluídos, a conta deu Ar$ 370, equivalentes a R$ 98 no câmbio que eu havia feito. Para saborear um sorvete portenho, nem precisaria ir a Buenos Aires, tamanha a presença da Freddo no Brasil, mas são tantas lojas que eu não resisti e tomei um dulce de leche tentación, uma overdose de sabor com rastros de doce de leite caramelizado.

Na semana em que estive em Buenos Aires eu ainda testemunhei o Corinthians na Bombonera, de tão doces memórias em 2012, nem tão doces naquela quarta-feira. No jogo, conheci outros brasileiros com os quais fui ao Niceto, uma balada de Palermo Hollywood bombada às quintas. A noitada incluía um espumante e foi divertida, sobretudo para a brasileira do grupo. “Os argentinos são muito gatos”, ela dizia.

Dólar Messi

Na manhã seguinte, comprei ingresso para a concorrida visita guiada do Teatro Colón, que sobe a bela escadaria de mármore, passa pelo Salón Dorado (versão do Salão dos Espelhos, em Versalhes) e termina na plateia, sob um lustre de bronze de 1,5 tonelada. Do Colón, fui caminhar na Calle Florida. O mantra “cambio, cambio, cambio” ecoava das laterais do calçadão, na frente do comércio, onde os operadores das cuevas se postavam. Naquela semana, o dólar blue atingia os Ar$ 10, o famoso “dólar Messi” (“10 e imparável”). Fiscais da Receita às vezes dão as caras por lá, mas raramente autuando arbolitos e muito menos turistas – o jaleco preto dos federais é a senha para encerrar o expediente.

No dia 24 de maio, quando finalizei esta reportagem, arbolitos pagavam Ar$ 8,50 pelo dólar e Ar$ 3,70 pelo real. Em junho, saberá Deus. Para realizar o milagre da multiplicação dos pesos, é necessário que o mercado volátil siga volátil e o governo não intensifique a fiscalização, o que parece mesmo fora de questão. Fala-se em um blue a Ar$ 12, mas nem mesmo o papa Francisco deve ter uma boa palavra sobre o que vem por aí. Se na Argentina tudo acaba em tango, que seja agora este, Florida, de Antonio Polito: Sin la careta del dolor, pensando en el amor, van todos a Florida / En el soberbio atardecer (…) / Por esa calle de moda / (…) la linda calle donde está el querer.

Tudo sobre minha plata

Os acontecimentos que levaram à disparada do dólar paralelo na Argentina e indicações para a hora em que você for trocar as suas verdinhas pelo peso cada vez menos pesado

El cambio que cambia: a sucessão de fatos que fizeram o dólar disparar na Argentina

El cambio que cambia El cambio que cambia

El cambio que cambia (/)

 

Mercado negro: os prós e os contras do câmbio paralelo

. . : Vantagens : . .

  • Baratear os gastos da viagem em até 50%
  • Livrar-se do IOF (6,38%) do cartão de crédito e também da oscilação cambial na hora de pagar a fatura
  • Obter descontos de até 20%, oferecidos para pagamento em dinheiro no comércio portenho

. . : Desvantagens : . .

  • Negociar com cuevas e arbolitos, que são cordiais e atenciosos, mas ilegais
  • Andar com muitos pesos (cartões são mais discretos) e, se sobrar, trocá-los a cotações ridículas (gaste tudo!)
  • Correr o risco de receber notas falsas (veja abaixo)

La garantía soy yo: reconheça as notas de Ar$ 100

  • Há uma marca-d’água visível contra a luz (com a efígie de Julio Argentino Roca e a de Eva Perón, a Evita)
  • Na nota do Roca, o 100 à direita se completa com o verso por transparência; na de Evita, é a balança
  • A impressão é precisa, sem borrados, em todos os desenhos e nas duas faces da nota (billete)

  • Fio prateado e tracejado (mais largo na cédula de Evita e presente também nas notas de Ar$ 50)
  • Alto-relevo na coroa de rosas de Evita, na roupa de Roca e no retrato de ambos (sinta com a unha)
  • No numeral, tinta cintilante que oscila entre o verde e o azul de acordo com o ângulo em que a nota é visualizada

 COMPRAS

Outlets em Villa Crespo, roupas da moda em Palermo, couro por todos os lados. Dos acessórios baratinhos aos looks completos, as vitrines portenhas exibem qualidade, design e preços atraentes, pelo menos enquanto o câmbio ajudar. As brasileiras – e também os brasileiros – adoram 

As calçadas de Villa Crespo, bairro vizinho a Palermo, vivem repletas de brasileiros, sedentos pelas barganhas dos outlets. Os endereços de lá funcionam de segunda a sábado, das 10 às 20 horas, e aos domingos, das 13 (ou 14) às 19 horas. Quase todos aceitam dólares a um câmbio entre a cotação oficial e até 60% acima, enquanto o real, quando recebido, chega aos 50% sobre o oficial. As duas quadras da Calle Murillo entre a Scalabrini Ortiz e a Acevedo são um paraíso para quem procura jaquetas (camperas) de couro. Ali estão a Murillo 666 (nº 666, 4856-4501; aceita dólares e reais acima do oficial), que tem jacos de couro de ovelha; a Kitaro (nº 701, 4854-3072; aceita dólares e reais acima do oficial), cujos cortes são mais contemporâneos; e a Crayon (nº 626, 4857-6972), onde cada jaqueta custa cerca de Ar$ 1 500. Da Crayon, porém, é possível encontrar preços melhores (desde Ar$ 899) no Buenos Aires Mall (Gurruchaga, 842, 2064-2432; aceita dólares e reais acima do oficial), um outlet multimarcas com polos Ralph Lauren a Ar$ 396, jeans Diesel por Ar$ 1 140 e polo Brooksfield por Ar$ 330. Nesse trecho, Villa Crespo enfileira pontas de estoque de várias marcas famosas. Na mesma Calle Gurruchaga estão a Doma (nº 711, 2058-7124; aceita dólares e reais acima do oficial), que tem jaquetas de couro cosmopolitas (desde Ar$ 700); a Etiqueta Negra (no 770, 4772-7146; aceita dólares acima do oficial), da qual você pode sair um dândi com camisas e ternos italianos até 50% mais baratos; a Akiabara (no 772, 4535-2005), famosa pelos cardigãs com design atual (desde Ar$ 450); a Puma (no 806, 5197-5151), com tênis desde Ar$ 350; a Lacoste (nº 830, 5776-5776), onde uma polo custa Ar$ 335 (na Calle Florida sai por Ar$ 399); a Wanama (nº 841, 4779-0232), cujo estilo “urban folk” norteia o corte e a lavagem dos jeans (Ar$ 390 cada um); a Blaquè (nº 855, 4775-2595), de chiquetosas botas, sapatos e sandálias; a Prüne (nº 861, 4011-4334), loja amada pelo design e pelo custo/benefício de bolsas e botas de couro (desde Ar$ 400 cada uma); a Silver Vision (nº 884, 4771-5430; aceita dólares e reais acima do oficial), especializada em Ray-Ban (US$ 180 o Aviator, mesmo preço do free shop); e a marca de relógios Swatch (nº 888, 4899-0161). Na Calle Aguirre você encontra Daniel Hechter (nº 700, 4775-1350), grife reconhecida pelos ternos, camisas e calças de ótima qualidade; The North Face (no 759, 5197-5547), popular entre os praticantes de esportes de aventura (desde Ar$ 800 a jaqueta de náilon); La Martina (nº 815, 2067-1633), tradicional fabricante de camisas polo (chombas) com motivos equestres (desde Ar$ 470); Caro Cuore (no 824, 4511-4379), marca de lingerie argentina com duas filiais no Brasil; Cheeky (no 827, 4508-5810), cujas roupas infantis parecem de adulto (e são uma graça!); e Paula Cahen D’Anvers (nº 875, 5197-5556), conhecida pelos cortes modernos com caimento perfeito. Pertinho, na Calle Loyola, a Cardón (no 752, 4774-1009; aceita dólares acima do oficial) é reverenciada pelas jaquetas e pelos sapatos de design moderno. E, na Avenida Córdoba, ainda em Villa Crespo, há Levi’s (no 4630, 4776-2632; aceita dólares acima do oficial), onde um jeans custa desde Ar$ 450; Nike (no 4660,4773-1888; aceita dólares e reais), com modelos Free Run a partir de Ar$ 799; e Como Quieres que Te Quiera (no 4779, 4778-3553), marca glamour para tens e popular entre as moças. As coleções atuais dessas marcas são encontradas em lojas próprias nos diversos polos de compras da cidade, que costumam funcionar todos os dias até 8 da noite. Em palermo Soho, o entorno da Praça Cortázar tem endereços trendy como a Akiabara (Honduras 4865, 4831-9420), onde um casaco de oncinha bate nos Ar$ 1 400; a hypada Las pepas (Gurruchaga, 1573, 4833-0601), cujas roupas retrô não têm preços de brechó, vide as jaquetas de couro (corde-rosa, com rebites) desde Ar$ 2 500; e a Tramando (Honduras, 4881, 4833-5955), que tem casacos transados por Ar$ 1 490. Há ainda hits urbanos como a Diesel (El Salvador, 4801, 4833-4839; aceita dólares acima do oficial), onde uma calça jeans custa desde Ar$ 1 490 (e os modelos de coleções passadas, até 30% menos). Em outros endereços, as vitrines vão do casual, como na Bensimon (Honduras, 4876, 4833-6857), onde a camisa xadrez masculina sai por Ar$ 560, à mais fina elegância, a exemplo da Etiqueta Negra (Honduras, 4850, 4833-2474), versada em camisas italianas (Ar$ 1 100). Na vizinha El Burgués (Gurruchaga, 1638, 4832-8801; aceita dólares acima do oficial), especializada em sapatos masculinos, um bico fino custa Ar$ 1 399. Para elas, a grife argentina Jackie Smith (Gurruchaga, 1660, 4115-6820) tem bolsas ao mesmo tempo modernas e classudas (desde Ar$ 2 000). Se você adora pechinchar, a Isadora (Armenia, 1789, 4833-4342) enlouquece as brasileiras com anéis, brincos e acessórios a partir de Ar$ 30. Mas nem só de moda vive o bairro. A Sabater Hermanos (Gurruchaga, 1821, 4833-3004; aceita dólares e reais acima do oficial) fabrica sabonetes artesanais (Ar$ 60 a caixa com três), e a Tienda Palacio (Honduras, 5272, 4833-9456; aceita dólares acima do oficial) tem objetos de design bacanas. Na Papelera Palermo (Cabrera, 5227, 4833-3081), os artigos de papelaria atingem status de arte, e na livraria Eterna Cadencia (Honduras, 5574, 4774-4100) os sofás e o jazz ambiente não sairão da lembrança. Para mimar o corpo, a Kiehl’s (Armenia, 1527, 4831-7999) tem cremes pela metade do que custam em São Paulo. E, qualquer que seja o câmbio, você não vai encontrar os Catena Zapata aos preços da  Winery (Juan B. Justo, 1401, Palermo, 4775-4003), um parque de diversões para enófilos.

No trecho mais comercial da Recoleta, a Avenida Santa Fe não é muito receptiva ao paralelo, mas reúne marcas populares na cidade, abertas até 9 da noite. Há surfwears como a Billabong (nº 1692, 4811-3855), onde um moletom hoddie custa Ar$ 465, e a Rip Curl (nº 1653, 4815-4432), com bermudas desde Ar$ 399. Para artigos de couro, são bons endereços a Blaquè (no 1601, 4811-8808), onde a bota feminina estilo motoqueiro custa Ar$ 1 209, e a Prüne (nº 1619, 4813-3350), com bolsas entre Ar$ 549 e Ar$ 1 000. Outras marcas desejadas da avenida são a Cardón (nº  1399, 4813-8983; aceita dólares acima do oficial), na qual uma camisa feminina sai por Ar$ 335, a Chocolate (no 1430, 4816-0153; aceita dólares acima do oficial), com sobretudos por Ar$ 1 850, e a Kevingston (no 1445, 4813-9116), que tem trench coats por Ar$ 680 e dá desconto de 15% às quartas e quintas.

A chiquérrima Avenida Alvear, na parte high-end da Recoleta, elenca grifes como Hermès, Fendi e Ermenegildo Zegna, voltadas ao público que não liga para o câmbio. No Microcentro, as maiores lojas da Calle Florida não aceitam dólares no blue, mas há uma tonelada de arbolitos na vizinhança interessados em dólares, reais e euros. A Florida também é reduto de batedores de carteira; por isso, não chame atenção com mapas e máquinas. No calçadão da via estão a Zara (no 651, 4312-8170), a Puma (no 723, 4312-9155), a Prüne (no 963, 4893-2641) e a loja de departamentos Falabella (no 343, 5950-5000), onde a camisa do Boca custa Ar$ 548 (menos do que na Nike), os jeans da Levi’s têm preços de Villa Crespo e um moletom da Quiksilver sai por Ar$ 245. Bem ao lado, o shopping Galerías Pacífico (Florida com Córdoba, 5555-5110) merece uma visita pelos afrescos à Galeries Lafayette, de Paris, mas não só. Produtos e coleções atuais de grandes redes custam ali o mesmo que nos outros endereços – na Adidas (4312-1462), a bolsa a tiracolo Originals sai por Ar$ 317, e a camisa da seleção argentina, por Ar$ 369, preços do outlet de Liniers. O shopping abriga uma M.A.C (5031-2971), com batons mais caros do que no free shop, uma filial da loja de design Morph (5555-5126), que sempre vale a visita, além de tiendas da Isadora, Jackie Smith e outras grifes portenhas. O dólar, quando aceito, fica no oficial. Shopaholics também vão gostar dos shoppings  Patio Bullrich (Libertador 750), mais chique que o Pacífico, Abasto (Corrientes,3247), na charmosa construção do antigo mercado municipal, e Alto Palermo (Santa Fe, 3253), extensão das lojas da Santa Fe. Aos domingos, o programa clássico é a Feira de San Telmo (Plaza Dorrego), gigantesco mercado de pulgas com objetos para distrair os olhos ou decorar a casa.

Leia mais:

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Todas as cores ##– Roteiros do babado para celebrar a diversidade em sete cidades pelo mundo

Uruguai, uma paixão ##– Reportagem da Viagem e Turismo

A Mendoza da vez

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