Achados Adriana Setti escolheu uma ilha no Mediterrâneo como porto seguro, simplificou sua vida para ficar mais “portátil” e está sempre pronta para passar vários meses viajando. Aqui, ela relata suas descobertas e roubadas

Passeio de gôndola em Veneza: como não entrar em roubada

Por Adriana Setti Atualizado em 27 fev 2017, 15h46 - Publicado em 15 set 2012, 12h13

Gôndolas “estacionadas” em Veneza

 

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Passei os últimos dias envolta em um mar de rosas. E também de champanhe, praias idílicas e hotéis nababescos. A parte “ruim” da história é que estava apenas editando (em casa) um guia sobre viagens de lua de mel para a Viagem e Turismo, que estará nas bancas em breve.

 

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Uma das partes que me coube foi investigar os passeios de gôndola em Veneza. Como tudo que é muito famoso, muito turístico e muito clichê, a tradicional volta pelos canais da cidade tem os seus segredinhos e, sem determinados cuidados, pode terminar em roubada.

 

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Eis o resultado do meu trabalho de campo, que lhe pode ser útil na próxima viagem.

 

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Para que o passeio não converta amor em ódio, é bom ter algumas coisas em mente ao negociar com os moçoilos que oferecem o serviço por toda a cidade:

 

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1. O preço é tabelado: US$ 100 por 40 minutos e US$ 150 por uma hora, para a gôndola fretada. Você também pode embarcar em grupo, mas daí o negócio (o romance, lembra?) meio que perde o sentido. Ou não?

 

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2. Depois das 19h as tarifas sobem para US$ 125 e US$ 185, respectivamente.

 

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3. Se estiver muito calor, vale pagar mais e ir mais tarde. Se estiver muito calor, também lembre-se de que aquelas águas correm mais risco de não estar cheirando exatamente bem (mas essa parte não sai na foto, por sorte).

 

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4. Não, a tabela não é cumprida religiosamente. Com jeitinho italiano, alguns gondoleiros podem encurtar o passeio. Combine direito tanto o preço quanto o tempo de duração antes de embarcar.

 

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5. Fazer o passeio pelo Grande Canal é uma grande roubada (principalmente se vocês costumam ficar enjoados com o balanço do mar — ufff). Os canais pequenos são o verdadeiro charme da coisa – negocie o trajeto antes de embarcar, também.

 

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6. Nem todo gondoleiro canta, o que pode ser bom ou ruim, dependendo do ponto de vista do casal. Ou seja, mais um item para checar antes de zarpar.

 

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7. Uma vez no inferno, abrace o diabo e leve uma garrafa de prosecco (ou duas, vai saber…).

 

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8. Choveu? Ah… deixa pra outro dia, vai? Choveu no meio do passeio? Leia novamente o item anterior, especialmente o conteúdo entre parênteses.

 

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9. Os rapazes devem estar ter o cuidado extra de não contratar um gondoleiro de olhos azuis, braços fortes e dentes brancos (eles existem) para não dispersar a atenção da moça. Como desculpa, vale argumentar que os mais velhos têm histórias interessantes para contar, uma vez que a profissão passa de pai pra filho e é praticamente vitalícia.

 

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*Agradecimentos especiais aos pombinhos R. e M., recém casados.

 

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