Achados Adriana Setti escolheu uma ilha no Mediterrâneo como porto seguro, simplificou sua vida para ficar mais “portátil” e está sempre pronta para passar vários meses viajando. Aqui, ela relata suas descobertas e roubadas

Os tubarões da ilha de Malapascua e mais

Por Adriana Setti Atualizado em 27 fev 2017, 15h44 - Publicado em 27 dez 2012, 11h54

Chegar à ilha de Malapascua é fácil, para os padrões Filipinos. Quatro horas de ônibus com ar condicionado (com assentos que comportam 75% de uma bunda média) e mais meia hora de barco rudimentar. Tudo isso a partir de Cebu City, a segunda maior cidade das Filipinas, onde há um aeroporto internacional.

 

Por que ir? Esta pequena ilhota, contornável a pé em questão de uma hora, é um dos pouquíssimos lugares do mundo em que se pode avistar o Thresher Shark, uma espécie de tubarão esbelto e pouco agressivo, que tem uma cauda longuíssimo e uma cara que mais lembra a de um golfinho. As imersões para encontrar esse lindo animal acontecem ao nascer do sol, após ums curta viagem de barco ainda sob as estrelas, uma experiência per se.

 

De brinde, o mergulhador ainda terá outros pontos de mergulho incríveis à disposição, como Gato Island, onde abudam cavalos marinhos, tubarões de pontas brancas e serpentes marinhas, além de uma “selva” de corais moles e muitos peixinhos coloridos. O mergulho já teria valido. Mas também peguei carinho por Malapascua em terra firme. Esta ilhota diminuta é densamente habitada em seu interior, por uma comunidade de gente doce, simples e festeira. Também tem uma bela praia de areia branca e mar cristalino, por onde se distribuem hotéis simples pé na areia. Não há carro, nem banco, nem grandes frescuras. Um lugar perfeito para reconectar com o simples e devolver a pele ao sol, após meses de ausência nos trópicos.

 

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