Por Adrian Medeiros
Atualizado em 19 jun 2018, 17h13 - Publicado em 18 nov 2011, 14h59
Nos arredores de Santiago, às margens do rio de mesmo nome, o Valle del Maipo abriga o maior número de vinícolas do Chile (Thinkstock/)
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1/8 Nos arredores de Santiago, às margens do rio de mesmo nome, o Valle del Maipo abriga o maior número de vinícolas do Chile (Thinkstock)
2/8 Os vinhedos se estendem do sopé dos Andes, onde são produzidos – e exportados – os melhores Cabernets, que fazem a fama do país de bom produtor de vinhos (Walala Pancho/Creative Commons)
3/8 A região do Valle del Maipo abriga as sedes das viñas mais antigas do país, responsáveis pela maioria das garrafas exportadas (e hoje tão apreciadas em outros países) (Carlos Varela 7/Flickr/CreativeCommons)
4/8 Durante as visitas às vinícolas, o turista aprende sobre a história de cada uma delas, perambula por tonéis de carvalho e degusta tintos e brancos (Beatrice Murch/Flickr/creative commons)
5/8 Paisagem andina mescla-se ao parreiral nos limites da vinícola Concha y Toro, no Valle del Maipo (Divulgação)
6/8 Durante a visita à vinícola Concha y Toro, o turista passeia pelos parrerais e aprende tudo sobre a história dos vinhos produzidos ali (Wikimedia commons)
7/8 Taça de vinho cabernet, da vinícola Concha y Toro - uma das mais visitadas do Valle del Maipo (Divulgação)
8/8 Uma das adegas mais famosas da vinícola Concha y Toro é a Casillero del Diablo - uma cave subterrânea antiga, que guarda uma lenda sobre um diabo que protege as garrafas (Divulgação)
Nos arredores de Santiago, às margens do rio de mesmo nome, o Valle del Maipo abriga o maior número de vinícolas do Chile.
Não à toa, é referência para toda a produção vinícola chilena. Os vinhedos se estendem do sopé dos Andes, onde são produzidos os melhores Cabernets, até o planalto central.
Aqui a uva Carmenère foi redescoberta, embora outros tipos também perfumem os vinhedos, como Cabernet Sauvignon, Merlot, Syrah, Cabernet Franc, Malbec, Chardonnay, Sauvignon Blanc e Semillón.
A região abriga as sedes das viñas mais antigas do país, responsáveis pela maioria das garrafas exportadas (e hoje tão apreciadas em outros países).
Algumas são mais tradicionais – com caves do século 19 –, outras mais modernas, e há também as que unem as duas características. Durante as visitas às vinícolas, você aprende sobre a história de cada uma delas, perambula por tonéis de carvalho e degusta tintos e brancos enquanto discute com o guia as propriedades de cada rótulo.