Restaurante Pachamama, em Lisboa: é vegan, é veggie, é bio

O Pachamama, primeiro restaurante 100% biológico de Lisboa, é um oásis de delícias saudáveis em um país onde comer (muito) bem é como respirar

A fachada do restaurante: pequeno oásis em Santos A fachada do restaurante: pequeno oásis em Santos

A fachada do restaurante: pequeno oásis em Santos (Bruno Barata/Reprodução)

A primeira vez que ouvi falar do Pachamama foi no Celeiro, um mercadinho de produtos biológicos que existe por todo Portugal. Eu, que adoro fuçar e descobrir novos pães (e confesso que carrego uma culpa descomunal pelo consumo de carboidratos e glúten), fui abduzida por uma “novidade” que estava sendo anunciada na loja: um pão de fermentação lenta e natural, 100% biológico, com ingredientes como espelta e matcha (o chá verde japonês, que eu amo). De uma só vez levei todas as opções disponíveis pra casa. Virei fã daquela massa ligeiramente azedinha, macia, compacta.

Eu e meu pão do coração, de matcha: um caso de amor Eu e meu pão do coração, de matcha: um caso de amor

Eu e meu pão do coração, de matcha: um caso de amor (Bruno Barata/Reprodução)

Qual não foi a minha surpresa ao descobrir que, por trás daquela etiquetazinha do pão, estava um restaurante. Mais precisamente o primeiro restaurante 100% biológico de Lisboa. O slogan não poderia ser mais genial: bio, logicamente.  Amei.

O salão do restaurante: clean com toques tropicais O salão do restaurante: clean com toques tropicais nas paredes

O salão do restaurante: clean com toques tropicais nas paredes (Bruno Barata/Reprodução)

E então finalmente fui tirar o atraso na semana passada. A ressaca do sábado pedia um brunch. Podia ser com ovos e bacon, croissants e gordurices em geral, mas deu vontade de me abrir para o bio, logicamente.

Meio mercadinho, meio décor: tudo biológico Meio mercadinho, meio décor: tudo biológico

Meio mercadinho, meio décor: tudo biológico (Bruno Barata/Reprodução)

O Pachamama (uma homenagem à deusa ligada à Terra venerada nos Andes, especialmente no Peru) fica escondidinho na região de Santos. Do lado de dentro, tem uma mini mercearia (com os pães para levar pra casa, claro) e mesinhas espalhadas por dois ambientes coloridos e simpáticos. O atendimento é um pouco atrapalhado, mas todo o resto foi uma bela surpresa.

O salão do restaurante O salão do restaurante

O salão do restaurante (Bruno Barata/Reprodução)

O menu do brunch (€ 15 por pessoa) começou com um copo de suco enorme feito na hora – o do dia era de pera com laranja. Depois veio um bowl de salada crua com sementes.

A salada de crus que abriu os trabalhos do brunch A salada de crus que abriu os trabalhos do brunch

A salada de crus que abriu os trabalhos do brunch (Bruno Barata/Reprodução)

A grande estrela da casa é a torrada com abacate, que dividiu opiniões. Eu fui a metade que adorou. Especialmente porque veio acompanhada de um adendo feito à perfeição: um ovo poché com a gema bem molinha.

A tosta de abacate com ovo escalfado: quem resiste a esta gema? A tosta de abacate com ovo escalfado: quem resiste a esta gema?

A tosta de abacate com ovo escalfado: quem resiste a esta gema? (Bruno Barata/Reprodução)

Primeira sobremesa: pudim de chia com frutos vermelhos.

Pudim de chia: gostosinho, mas enooorme, com uma calda azedinha de frutos vermelhos Pudim de chia: gostosinho, mas enooorme, com uma calda azedinha de frutos vermelhos

Pudim de chia: gostosinho, mas enooorme, com uma calda azedinha de frutos vermelhos (Bruno Barata/Reprodução)

A partir daqui tudo já era over, mas o bolo de chocolate vegan, de tão delicioso e macio, merece menção honrosa.

O bolo de chocolate vegan: levíssimo, cobertura cremosa, grand finale O bolo de chocolate vegan: levíssimo, cobertura cremosa, grand finale

O bolo de chocolate vegan: levíssimo, cobertura cremosa, grand finale (Bruno Barata/Reprodução)

O menu inclui ainda pratos criativos como o ceviche de cogumelos e a lasanha crua.  Também há opções para não vegetarianos que inclui peixes e frutos do mar. Há doces e salgados veggie e vegan. Para acompanhar, vinhos, gin, vodka… Para encerrar, café. Tudo bio.

Bio, logicamente Bio, logicamente

Bio, logicamente (Bruno Barata/Reprodução)

Pronto. Eu não sou propriamente uma freak da alimentação saudável. Tampouco estou disposta a abrir mão do maravilhoso mundo da comida (gorda) portuguesa. Mas tá ai um lugar perfeito para aqueles dias em que o mood detox fala mais alto.  Ou para quando eu tomar um jeito de vez na vida. 

 

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