Escapadas de Lisboa rumo à Toscana: um dia perfeito em Chianti

Vinhedos a perder de vista, bons restaurantes, degustações: a dolce vita ao sul de Florença

Vinhedos a perder de vista em Chianti Vinhedos a perder de vista em Chianti

Vinhedos a perder de vista em Chianti (Bruno Barata/Reprodução)

As colinas que se desenham suaves entre Florença e Siena, outro peso-pesado toscano, estão cobertas pelos premiados vinhedos que dão origem aos mais famosos vinhos italiano: os Chianti.

Chegar até lá a partir de Florença é simples e ultra rápido: basta pegar a estradinha S-222 (também conhecida como La Chiantigiana), ao sul da cidade, e em poucos minutos já se adentra a região de denominação de origem controlada.

O Castello di Verrazzano, nos arredores de Greve in Chianti: primeira parada O Castello di Verrazzano, nos arredores de Greve in Chianti: primeira parada

O Castello di Verrazzano, nos arredores de Greve in Chianti: primeira parada (Bruno Barata/Reprodução)

O primeiro destino é Greve in Chianti, um pequeno vilarejo que funciona como porta de entrada da região. Comece o dia com uma visita – com direito a degustação, claro –  ao Castello di Verrazzano, uma propriedade que ainda mantém ruínas de uma torre do século 10 e respira história.

Uma das salas de envelhecimento dos vinhos no Castello di Verrazzano: preciosidades Uma das salas de envelhecimento dos vinhos no Castello di Verrazzano: preciosidades

Uma das salas de envelhecimento dos vinhos no Castello di Verrazzano: preciosidades (Bruno Barata/Reprodução)

Terminados os brindes, o GPS agora aponta na direção de outra vinícola imperdível da região: a Antinori nel Chianti Classico, cuja família está nos negócios do vinho na Itália desde o seculo 14. Apenas o edifício da adega, projetado pelo arquiteto Marco Casamonti, já seria uma atração, com suas linhas ousadas e modernas.

A vinícola Antinori nel Chianti Classico: sopro de modernidade A vinícola Antinori nel Chianti Classico: sopro de modernidade

A vinícola Antinori nel Chianti Classico: sopro de modernidade (Bruno Barata/Reprodução)

Mas a vinícola tem, ainda, um belo restaurante (o Rinuccio 1180), com simpáticas mesinhas ao ar livre de camarote para os vinhedos. Prepare-se para provar entradas, massas e carnes tipicamente toscanas preparadas no capricho, acompanhadas dos vinhos da casa. Antes de ir embora, vale passar na linda loja.

Massa com ragu de coelho no Restaurante Rinuccio 1180: belo almoço Massa com ragu de coelho no Restaurante Rinuccio 1180: belo almoço

Massa com ragu de coelho no Restaurante Rinuccio 1180: belo almoço (Bruno Barata/Reprodução)

Reduza o ritmo e, a partir de agora, descanse os olhos na paisagem: o sobe e desce de vinhedos só é interrompido, aqui e ali, por cidadezinhas medievais, aglomerados de casinhas de pedra, mais vinícolas. Deixe-se perder pelos caminhos secundários, mas coloque no mapa o gran finale do roteiro: o Castello di Brolio.

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Localizado nos arredores de Gaiole in Chianti, já mais perto de Siena, o Brolio é o típico castelo de conto de fadas que habita o nosso imaginário, com direito a muralhas e torres. Foi lá que, em 1872, nasceu a forma do Chianti Classico, o mais prestigiado vinho da região – naquela época, um mix das uvas Sangiovese, Canaiolo, Malvasia e Trebbiano (hoje em dia a fórmula mudou, mas para levar o selo é preciso ter pelo menos 80% de Sangiovese na composição ).

Vista do Castello di Brolio, cercado de vinhedos: o berço do Chianti Classico Vista do Castello di Brolio, cercado de vinhedos: o berço do Chianti Classico

Vista do Castello di Brolio, cercado de vinhedos: o berço do Chianti Classico (Bruno Barata/Reprodução)

Uma visita à propriedade, cercada por 240 hectares de vinhedos, inclui a visita a um pequeno museu instalado numa antiga torre. O acervo conta parte desta história do vinho – e também do passado de lutas e caçadas da região. O final, claro, termina como não poderia deixar de ser: com um bom brinde!

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