Achados Adriana Setti escolheu uma ilha no Mediterrâneo como porto seguro, simplificou sua vida para ficar mais “portátil” e está sempre pronta para passar vários meses viajando. Aqui, ela relata suas descobertas e roubadas

Vietnã : A balada de Hanói

Por Adriana Setti Atualizado em 27 fev 2017, 16h06 - Publicado em 7 mar 2009, 13h03

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As ruas do
bairro antigo (Old Quarter) de Hanói ficam desertas por volta da meia noite.
Chaga a dar medo. Mas isso não quer dizer que a cidade não tenha vida noturna.
A prova disso foi que um dos maiores pés na jaca da viagem acabou rolando
justamente na capital vietnamita.

 

Além de ser
um dos melhores da cidade (o rolinho de “Cat Fish” com molho de wasabi foi a
melhor coisa que provei no Vietnã), o restaurante Highway 4 (5, Pho Hang Tre)
também é animadíssimo, com tatames e mesas grandes, perfeitas para turmas. A
turma vizinha à nossa mesa, no caso, foi uma de 10 franceses radicados em Hanói
(e uma vietnamita que miava como uma gata no cio) que, a cada shot de vinho de
arroz, ficavam mais loucos e barulhentos. Depois de tentar vencê-los (cheguei a
arremessar um pacote de amendoim na cabeça de um deles), acabamos nos unindo à
algazarra, e seguimos de lá para o Funky Buddha (
2 Ta Hien Street), um dos bares mais cool da cidade.
Mais tarde, como tudo realmente fecha cedo, ainda fomos parar numa espécie de
after hours num barco na beira do Red River.

Dessa parte, infelizmente
não tenho registros jornalísticos (isto é, o nome, o endereço, o preço…).
Ups!

 

Outras boas
pedidas pelo Old Quarter são o Dragonfly (15 Pho Hang Buom), que tem mesa de
bilhar e um lounge gostoso na parte de cima e o pequenino Le Maquis (2A Pho Tha
Hien), cuja dona, figuraça, baixa a porta de ferro na hora oficial, mas
continua servindo os clientes (e papeando animadíssima num inglês perfeito) até
a hora que der na telha.

 

Para o
happy hour, porém, não há nada melhor do que se unir aos locais – que começam a
jornada beeem cedo, lá pelas 4 da tarde – e sentar num dos micro banquinhos (de
vinte centímetros de altura e vinte de diâmetro, para desespero da Mulher
Melancia) de um dos vários “Bia Hoi” espalhados pelo bairro. A Bia Hoi é uma
cerveja tipo Pilsener, levíssima, elaborada sem conservantes e que, portanto,
deve ser consumida fresquinha, em no máximo um ou dois dias. Além de ser uma
delícia, um copo de Bia Hoi custa em torno de 6000 dongs (30 centavos de euro).
Para os locais, o preço chega a 2000 dongs.

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