Jericoacoara 14 anos depois

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Um homem nunca deve voltar ao lugar onde foi feliz?

Essa ideia meio paranoica sempre me persegue quando decido contrariá-la. E voltar a Jeri não é a mesma coisa que voltar a Paris ou a qualquer cidade eterna. No litoral do Brasil a metamorfose é frenética. E as chances de encontrar aquele paraíso perdido convertido em um amontoado de construções desconexas são sempre maiores do que a de topar com boas surpresas.

Tudo isso pra dizer que, ufa, estou re-amando Jeri.

A cidade, danada, me recebeu com uma lua cheia, um festival de Jazz e Choro de primeiríssima (www.chorojazzjericoacoara.com.br) e, por supuesto, outras novidades (para mim, claro) como ar condicionado, internet wi-fi e centenas de velejadores dourados colorindo o mar marrom-esverdeado desta parte do Ceará.

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