Achados Adriana Setti escolheu uma ilha no Mediterrâneo como porto seguro, simplificou sua vida para ficar mais “portátil” e está sempre pronta para passar vários meses viajando. Aqui, ela relata suas descobertas e roubadas

Conexão aeroporto-cidade em Hong Kong: a perfeição (será que um dia a gente chega lá?)

Por Adriana Setti Atualizado em 27 fev 2017, 15h45 - Publicado em 20 dez 2012, 05h17

Tomemos São Paulo como exemplo. Imagine se você pudesse ir até uma estação de trem em plena Avenida Paulista, comprar um bilhete a um preço justo (sem dificuldade e sem fila) e, em apenas 24 minutos, desembarcar dentro do terminal do aeroporto de Guarulhos — SEM ter que carregar as suas malas.

 

Isso porque, neste mundo perfeito, você faria o check-in já na estação de trem da Avenida Paulista, num balcão da sua companhia aérea, que se encarregaria de fazer com que a sua mala se teletransportasse do centro da cidade ao bagageiro do avião.

 

Também vale mencionar que, neste mundo perfeito, o trem seria silencioso, extremamente confortável e climatizado com ar condicionado. E o aeroporto, claro, teria que estar à altura, com todas as facilidades e confortos dos melhores do mundo.

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É, minha gente. Em Hong Kong é exatamente assim. Você despacha as malas (se quiser) na estação central de trens, paga US$ 12 por uma confortável viagem de 24 minutos, desembarca dentro do terminal e viaja feliz. Essa pequena ilha do Mar da China, que durante mais de um século foi a porta de entrada do ópio trazido da Índia pelos colonizadores Ingleses, e viveu anos sob um regime de segregação racial imposto pelos mesmos, é hoje uma das cidades mais modernas e dinâmicas do mundo.

 

Será que um dia a gente chega lá?

 

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