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É difícil se sentir turista em Aracaju. Da orla de Atalaia às ruas do centro, a abordagem dos guardadores de carro, por exemplo, não distingue moradores de viajantes. Motivo: o turismo ainda é incipiente na cidade. De janeiro a abril deste ano, 173 mil passageiros desembarcaram no aeroporto local. Pior desempenho entre as capitais nordestinas só tiveram Teresina e João Pessoa.
Mas, como no velho sucesso new wave dos anos 80, tudo pode mudar. Em agosto, uma grande ponte sobre o Rio Sergipe deve ser inaugurada, facilitando o acesso ao litoral norte do estado via Aracaju. Prevê-se também que, em novembro, o antigo Hotel da Ilha (avenida Oceânica, Sítio Tingüi, 79/3262-1221) reaparecerá como o principal hotel de lazer de Sergipe. Mas a grande tacada ficará guardada para 2008, quando a operadora CVC, que explora sistematicamente o destino, planeja estrear seu resort com bangalôs sobre as águas do Rio Vaza-Barris, ao melhor estilo tailandês - um tipo de construção ainda difícil de associar à imagem de Sergipe. Mais sobre Aracaju em Viagem e Turismo
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