Um restaurante maravilhoso, novos estilistas, uma "movida" pelos bares da rua da Aurora, entre outras histórias, mostram um Recife do futuro, comparado com o resto do Brasil.
A megalomania pernambucana já é coisa de piada. Mas é verdade que seus intelectuais, políticos, escritores e pintores conversaram ao longo dos séculos mais com Flandres, Paris e Holanda do que com Rio e Lisboa. Recife foi um dos primeiros portos brasileiros, exportador da primeira monocultura colonial - o açúcar. Teve as soluções urbanísticas mais arrojadas da época, cortesia de Nassau & amigos no século 17.
Mas chega de passado, que o Recife que nos interessa aqui é o presente. Que, comparado com o resto do Brasil, é futuro.
Estilistas que viram djs, webmasters que fazem música, desenvolvedores de games gourmets. "Computadores fazem arte", dizia Chico Science, um dos fundadores do manguebit, a música urbana que marcou os anos 90 e ressintonizou a cidade com o país, com o mundo - mas que também já passou. A "nova onda" vem de muitos lados. Mais sobre Recife em Viagem e Turismo