Sydney

Site: http://www.cityofsydney.nsw.gov.au, http://www.sydneyaustralia.com

População: 4.575.000 hab

Fuso horário: +13h (horário de Brasília)

Distância de outras cidades: Melbourne: 878 km; Brisbane: 932 km; Cairns: 2433 km; Darwin: 3949 km; Perth: 3947 km; Adelaide: 1410 km.

Sydney, na Austrália, é uma das cidades mais modernas e agradáveis do planeta. Ali fica evidente, mesmo em uma megalópole com 5 milhões de habitantes, a relação dos australianos com o mar.

Em poucas cidades do mundo (talvez Auckland, na Nova Zelândia) o visitante encontrará igual proporção de veleiros, banhistas e surfistas.

Caminhe pela Harbour Bridge, a ponte que liga o litoral norte ao sul, ou suba ao topo pelas escadarias do Bridge Climb. Visite o Darling Harbour, região portuária que foi totalmente restaurada e abriga atualmente algumas das melhores opções de entretenimento da cidade.

Percorra a região de The Rocks, área mais antiga de Sydney e onde os europeus se estabeleceram, em 1788. O local se converteu em um ponto histórico com mansões coloniais, museus, galerias de arte e cafés à beira-mar.

Após caminhar por um dos diversos parques espalhados pela cidade, termine um dia de passeio assistindo a uma apresentação ou simplesmente visitando o principal cartão-postal do país, a Sydney Opera House, antes de escolher um restaurante ou balada em Oxford Street ou Kings Cross.

Os brasileiros residentes já tomaram a descontraída Manly Beach de assalto, mas não deixe de conhecer também a praia de Bondi, famosa pelas suas competições de surfe, ou Balmoral e Coogee. Muitas praias ficam a meia hora de distância do centro de Sydney.

COMO CHEGAR EM SYDNEY

Do aeroporto

O aeroporto internacional Sydney Kingsford Smith é o mais importante da Austrália e hub para boa parte dos voos operados pela Qantas. Daqui saem voos para destinos como Melbourne, Perth, Darwin, Adelaide e Auckland, além de destinos por boa parte da orla do Pacífico e Ásia. 

Os terminais ficam a cerca de 6 quilômetros do centro da cidade. Trens saem a cada 10 minutos, aproximadamente, e a duração do trajeto até o centro de Sydney é de cerca de 13 minutos. No aeroporto ainda há pontos de ônibus que levam para várias partes da cidade. Para usar os ônibus, é preciso ter um Opal Card, vendido em lojinhas de conveniência do aeroporto.

Aos que necessitam de carro particular com motorista, o site Ready2Go oferece opções de aluguel em Sydney. E quem deseja chegar com muito luxo à cidade, a empresa Royale Travel oferece limusines com motoristas, que buscam o viajante no aeroporto.

Via terrestre

Sydney está conectada via ferroviária com as principais cidades da Austrália. A Sydney Trains possui saídas principalmente para o leste-sudeste do país, incluindo destinos como Canberra, Brisbane, Melbourne e vários pontos em New South Wales.

Já a cnompanhia de trens Great Southern Rail faz o trajeto até Perth, via Adelaide. Todos os trens de longa distância utilizam a Central Station, na Eddy Avenue, em Haymarket.

Para viajar de ônibus pela Austrália, uma das companhias com melhor serviço e variedade de destinos é a Greyhound, que cobre boa parte do país. Cairns, Perth, Adelaide, Brisbane e Melbourne são algumas das possibilidades.

COMO CIRCULAR PELA CIDADE

Sydney é servida por um sistema de bilhetes integrados – o My Multi – que combina ônibus, trem, ferry e bonde. Também é possível circular pela cidade usando o Opal Card.

HOTÉIS EM SYDNEY

O melhor albergue de Sydney, Big Hostel, fica no badalado bairro de Surry Hills. Para um upgrade nas redondezas, a boa é o Adge Apartment Hotel, que tem apês e lofts de design de até dois quartos.

Perto do Royal Botanic Gardens, o Macleay Lodge é um achado, com quartos moderninhos e endereço chiquérrimo. No histórico Miles Point, The Langham é a grande dama do luxo clássico de Sydney.

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RESTAURANTES EM SYDNEY

Sydney é definitivamente um destino foodie. Seu ar cosmopolita e suas dezenas de influências étnicas moldaram uma mesa variada, rica, multifacetada. Você pode se deliciar com um wrap vegetariano numa barraquinha de rua ou abrir o bolso e a alma em um restaurante comandado por um daqueles chefs que não saem das telas de TV.

Vale a pena experimentar algumas especialidade com as quais não estamos acostumados, mas que estão amplamente disponíveis por aqui: malaios, indonésios, sichuan, polinésios, tailandeses, indianos, cingaleses e tamil.

Um espectro um pouco mais familiar também foi moldado pelas comunidades de imigrantes, com boas casas de comida portuguesa, grega, italiana, eslava, japonesa e coreana, tudo com pescados e carnes (as de boi e cordeiro são excelentes) muito frescos.

Uma vertente mais recente é o uso de ingredientes e preparos nativos, apelando ou não para pratos mais exóticos, como a carne de canguru.

O restaurante do momento é o Momofuku Seiobo, primeira empreitada do chef coreano-americano David Chang fora de Nova York. Mas a posição de melhor restaurante da cidade continua sendo ocupada pelo Quay, do chef Peter Gilmore.

Em Surry Hills, o diminuto Spice I Am é um dos tailandeses mais celebrados de Sydney, pilotado pelo chef famosinho Sujet Saenkham. Lá perto, a Messina tem, por unanimidade, o melhor sorvete de Sydney.

BARES E VIDA NOTURNA

Os bares da cidade são ótimos. De quase exclusivos pubs a animadas mesas com vista para a baía, turistas e locais celebram com cervejas e vinhos produzidos no país. Tomar pelo menos um drinque no Opera Bar, da Opera House, é estratégico para ter a melhor vista para a ponte da Baía de Sydney.

No verão, todos os caminhos levam à piscina-balada do Pool Club, instalada no quarto andar de um edifício da George Street, em pleno centro financeiro.

Reduto dos modernos de Newtown, o bairro mais alternativo da área central, o The Bank é um pub bonitão, com uma grande área ao ar livre e boas cervejas artesanais.

Aos domingos, o piso centenário de The Hero of Waterloo, um dos pubs mais antigos da cidade, literalmente treme com a noite de jam session irlandesa.

Atualizado em outubro de 2015.

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Informações ao viajante

Línguas: Inglês

Saúde: É exigida apresentação do Certificado Internacional de Vacinação ou profilaxia contra a febre amarela. Aconselha-se a vacinação com uma antecedência mínima de dez dias antes da partida.


Melhor época para visitar: Depende do tipo de viagem a que o turista se propõe. A Austrália vive as estações do ano simultaneamente ao Brasil.Como o sol costuma castigar os visitantes no verão, as outras estações do ano parecem ser a melhor escolha.

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