Mariana

Site: http://mariana.org.br

População: 55.353 hab

DDD: 31

Estado: Minas Gerais

Distância de outras cidades: Ouro Preto, 15 km, Ponte Nova, 67 km, Belo Horizonte, 116 km, Barbacena, 141 km, Rio de Janeiro, 411 km, São Paulo, 697 km

Foi a primeira vila de Minas Gerais, a primeira capital do estado e a cidade mais rica do Ciclo do Ouro. Ao longo do tempo, Mariana perdeu espaço para Ouro Preto, mas ainda atrai turistas graças ao casario colonial, às igrejas e aos artesãos. Para contratar guias, vá até a Agturb, ramo local da Associação de Guias Turísticos do Brasil no Terminal Turístico (Praça Tancredo Neves, s/nº; 31/3557-1158; todos os dias).

COMO CHEGAR

Seja da capital mineira ou do Rio de Janeiro, o caminho é pela BR-040. Quem vem de Belo Horizonte deve seguir pela rodovia até a Lagoa dos Ingleses, onde começa a Rodovia dos Inconfidentes (BR-356). Com traçado bem sinuoso pela serra, a rodovia cruza Itabirito e Ouro Preto, antes de chegar a Mariana. Pelo Rio de Janeiro, o motorista deve seguir pela BR-040 até Conselheiro Lafaiete. A partir daí, pegue a MG-129 que termina em Ouro Preto, passando antes por Ouro Branco.

COMO CIRCULAR

Conhecer as principais atrações de Mariana não requer dificuldade. O melhor é deixar o carro parado e circular a pé pelo Centro Histórico. Pegue o automóvel apenas para conhecer a Igreja Basílica de São Pedro dos Clérigos, no alto do Centro Histórico, e a Mina de Ouro da Passagem, na saída para Ouro Preto.

ONDE COMER

Comida Típica – Pode-se dizer que cada receita mineira tem certo sabor de história: algumas remontam à época dos escravos, outras remetem ao Ciclo do Ouro, tudo isso temperado com influências indígenas, portuguesas e africanas. O feijão de tropeiro, mistura de feijão cozido, farinha de mandioca e linguiça, era a alimentação básica dos tropeiros que transportavam mercadorias em lombo de burro. A galinha caipira com quiabo e angu, herança indígena, era usada para alimentar os escravos. A lista atual de delícias segue quase interminável: tutu de feijão, frango ao molho pardo (preparado com o sangue da ave), frango com ora-pro-nóbis (folha de uma trepadeira típica) e frango com quiabo (em geral, refogados na banha de porco). Os acompanhamentos clássicos são torresmo (pele de porco frita), couve e angu (mistura de fubá com água). Ideal para os dias frios, o bambá de couve é feito com caldo de carne engrossado com fubá e leva couve rasgada, ovos e linguiça. Os doces caseiros (de leite, goiaba, abóbora ou mamão) costumam fazer par com uma fatia de queijo branco.

Conheça os restaurantes indicados pelo GUIA QUATRO RODAS

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