El Calafate

Site: http://www.elcalafate.gov.ar, http://www.calafate.com

Fuso horário: 0h (horário de Brasília)

Distância de outras cidades: Bariloche 1.025 km, Buenos Aires 2.896 km, Ushuaia 879 km, Punta Arenas 502 km

El Calafate, esta simpática vila às margens do Lago Argentino, uma espécie de Campos de Jordão da Patagônia, recebe os visitantes com excelentes hotéis, boa gastronomia e muitas lojinhas para compras de artesanato e roupas de inverno. Localizada na província de Santa Cruz, berço político de Néstor Kirchner, que governou a Argentina de 2003 a 2007, conta com excelente estrutura e vem se popularizando cada vez mais entre argentinos e forasteiros. Cara e lotada durante os meses de verão, a cidade serve como ponto de partida para visitar o principal símbolo natural da região, o glaciar Perito Moreno, declarado pela Unesco Patrimônio Natural da Humanidade. El Calafate, cujo nome vem do bravo arbusto que sobrevive nessas paragens, também é base para explorar outros destinos na região, como Torres del Paine, no Chile, e El Chaltén, cujos montes Fitzroy e Torre atraem alpinistas de todo o mundo.

COMO CHEGAR

Para chegar à região a partir do Brasil, é preciso voar para Buenos Aires – ou Santiago, no Chile. A Aerolíneas Argentinas (www.aerolineas.com.ar) é a empresa com mais voos para El Calafate partindo de Buenos Aires, Trelew, Bariloche e Ushuaia. Para viagens de carro, a via principal é a Ruta 40, que a liga a cidades como El Chaltén.

COMO CIRCULAR

O Aeropuerto Internacional Calafate está a 23 quilômetros da cidade e um táxi custa em torno de US$ 7. Por ser compacta, El Calafate pode ser explorada a pé, apesar de alguns hotéis e das atrações estarem afastados do Centro. A cidade conta com várias locadoras de carros, os ônibus são frequentes e há agências que organizam os passeios.

ONDE FICAR

El Calafate possui diversos hotéis e pousadas, com os mais diversos níveis de conforto. Há lodges que imitam o estilo de antigas estâncias do século 19, luxuosos e espaços resorts com vista para o Lago Argentino, completos, com spa e restaurante, e simpátivas pousadinhas familiares um pouco mais afastadas do centro, mas com todos os confortos necessários: banheira, aquecimento, TV e grandes camas.

ONDE COMER

Opções de restaurantes é o que não faltam na cidade. A maioria das casas estão concentradas na Avenida Libertador San Martín e arredores. O prato de resistência, onipresente em boa parte dos estabelecimentos, é o cordeiro assado em fogo de chão, uma iguaria local. Peça como entrada algumas empanadas, complemente tudo com um vinho argentino e arremate a refeição com qualquer coisa com doce de leite. Você irá ao céu. Há muitos restaurantes com especialidades italianas, com pizzas e massas, ótimas para aqueles que precisam de bastante energia para aguentar o tranco das caminhadas e atividades ao ar livre. Cafés, bares e lanchonetes também ficam na mesma área.

Informações ao viajante

Línguas: Espanhol

Saúde: Para entrar na Argentina, nenhuma vacina é obrigatória.


Melhor época para visitar: Nos meses de meses de junho e julho, em pleno inverno, o frio é intenso, com ventos fortes e dias mais curtos. De outubro a maio, as temperaturas são mais amenas e perfeitas para caminhadas e visitas aos parques da região.

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